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	<title>Arquivos Plantas - Arte Vegetal Paisagismo</title>
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	<description>Arte Vegetal Paisagismo - Projeto Paisagístico e Execução</description>
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	<title>Arquivos Plantas - Arte Vegetal Paisagismo</title>
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		<title>Quais são as plantas que dão menor manutenção em um projeto de paisagismo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 17:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você chegou neste artigo, provavelmente está esgotado com o excesso de manutenção que um jardim pode proporcionar. O jardim deve ser responsável por aliviar seu stress, e não aumentá-lo! Mas calma que essas dicas vão lhe ajudar.   Primeiramente devemos evitar plantas que produzem muita biomassa. A grama é o caso principal de planta [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-3474 aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n.jpg" alt="" width="702" height="576" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n-200x164.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n-300x246.jpg 300w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n-400x328.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n-600x492.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/10/11224587_10153755118351983_4353873960671632527_n.jpg 702w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você chegou neste artigo, provavelmente está esgotado com o excesso de </span><b>manutenção que um jardim</b><span style="font-weight: 400;"> pode proporcionar. O jardim deve ser responsável por aliviar seu stress, e não aumentá-lo! Mas calma que essas dicas vão lhe ajudar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente devemos evitar plantas que produzem muita biomassa. A grama é o caso principal de planta que deixa muitos donos de casa escravos do trabalho que a manutenção do gramado gera. Se você tem uma área considerável e um equipamento eficiente de corte, o gramado vale muito a pena. Porém, vemos muitos casos em edifícios, por exemplo, de pequenos canteiros de difícil acesso, com grama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Grama preta, que não é uma gramínea, vem sendo a substituta mais comum para as gramas tradicionais, por não demandar corte. Porém várias outras forrações perenes fazem essa função, e muitas vezes com cores vibrantes que podem lhe ajudar a criar contrastes de cores e texturas interessantes. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Algumas sugestões de forrações perenes de baixa manutenção:</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Grama preta</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Singônio</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Hera verde e Hera Variegata</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Iresine</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Lambari-roxo </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Grama amendoim</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Liriope</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aspargo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tapete-inglês</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Trapoeraba roxa</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Cavalinha</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O custo para preencher um metro quadrado é normalmente bem superior ao da grama, porém a economia com manutenção acaba pagando facilmente o investimento</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só lembrando que estas forrações não toleram o pisoteio, justamente por não produzirem muita biomassa como a grama. Em áreas de pisoteio e baixa disponibilidade de manutenção, seixos e cascas de pinus são ótimas alternativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cactos e suculentas são também muito utilizadas para diminuir a manutenção, pois são plantas extremamente resistentes à escassez de água e nutrientes</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como última dica, fuja das plantas topiadas (podadas), como buxinhos, ficus e das formas de plantio retilíneas, como é muito comum nos jardins italianos e franceses. Para inspirações de baixa manutenção procure fotos dos estilos Japonês e Inglês de </span><b>paisagismo</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto melhor for o projeto de paisagismo, menor poderá ser o tempo e o custo necessário para fazer sua manutenção. As orientações sobre quais plantas colocar e onde colocar realizadas por uma equipe especializada fazem muita diferença! Por isso, conte com a </span><b>Arte Vegetal.</b> <span style="font-weight: 400;">Confira nossos projetos residenciais</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">empresariais</span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;">solicite um orçamento</span><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
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		<title>Como cuidar do seu gramado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 19:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os gramados são empregados em diversas ocasiões, para fins paisagísticos, esportivos, recreação e como proteção para encostas e taludes. As gramas mais utilizadas para jardins no Brasil são: grama Batatais (Paspalum notatum Flüggé), a grama São Carlos (Axonopus compressus), a grama esmeralda (Zoysia japonica Steud.), e a grama Santo Agostinho (Stenotaphrum secundatum (Walter) Kuntze). As [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os gramados são empregados em diversas ocasiões, para fins paisagísticos, esportivos, recreação e como proteção para encostas e taludes. As gramas mais utilizadas para jardins no Brasil são: grama Batatais (</span><i><span style="font-weight: 400;">Paspalum notatum Flüggé</span></i><span style="font-weight: 400;">), a grama São Carlos (</span><i><span style="font-weight: 400;">Axonopus compressus</span></i><span style="font-weight: 400;">), a grama esmeralda (</span><i><span style="font-weight: 400;">Zoysia japonica Steud.</span></i><span style="font-weight: 400;">), e a grama Santo Agostinho (</span><i><span style="font-weight: 400;">Stenotaphrum secundatum (Walter) Kuntze</span></i><span style="font-weight: 400;">). As duas primeiras são muito utilizadas por possuírem crescimento lento e não demandarem manutenções frequentes, enquanto que as duas últimas apresentam comportamento inverso, necessitando mais atenção.   </span></p>
<div style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="http://construcaoedecoracaodejardins.net/wp-content/gallery/grama-sao-carlos/grama-sao-carlos-2.jpg" width="265" height="165" /><p class="wp-caption-text">Grama São Carlos</p></div>
<div style="width: 262px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="http://www.centraldagrama.com/dist/img/batatais/large/1-grama-batatais.jpg" width="252" height="166" /><p class="wp-caption-text">Grama batatais</p></div>
<div style="width: 292px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="http://decorandocasas.com.br/wp-content/uploads/2014/08/grama-esmeralda-jardim-pre%C3%A7os-7.jpg" width="282" height="158" /><p class="wp-caption-text">Grama Esmeralda</p></div>
<div style="width: 221px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/00/Staugustinegrass.JPG/1200px-Staugustinegrass.JPG" width="211" height="159" /><p class="wp-caption-text">Grama Santo Agostinho</p></div>
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<p><span style="font-weight: 400;">A irrigação é um fator de importância para a manutenção da beleza dos gramados. Para serem mantidos “verdinhos”, os gramados não devem passar por falta ou excesso d’água, sendo que no primeiro caso, os gramados perdem a tonalidade verde de suas folhas, e ficam com aspecto murcho, chegando em alguns casos a enrolar as folhas. Em situações de seca extrema pode ocorrer queima de folhas.  Num cenário inverso, o encharcamento pode provocar a morte das raízes e incidência de fungos. A frequência e a intensidade das regas variará conforme a espécie utilizada, o tipo de solo (solos arenosos precisam de regas com mais frequência do que solos argilosos), época do ano (no verão as regas são mais frequentes do que no inverno) e clima local (regiões mais quentes ou com menor incidência de chuvas requerem mais regas). </span></p>
<div style="width: 523px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="" src="http://gramadosmarilia.com.br/wp-content/uploads/2012/04/16a.jpg" width="513" height="246" /><p class="wp-caption-text">Irrigação de gramado por aspersão</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">As primeiras horas do dia ou o período da noite são as melhores horas para regar o gramado, pois o solo ainda não foi aquecido pelo sol, fazendo com que a água evapore mais lentamente, melhorando o aproveitamento da água. Se não houverem chuvas durante o período, os gramados podem ser irrigados duas vezes por semana, com 10-15mm de água (cada 1mm equivale a 1 litro de água/m², ou seja, seriam de 10 a 15 litros de água/m²) Para uma rega precisa, é necessário que você saiba a vazão da sua fonte de água (mangueira, torneira ou caixa d’água), podendo ser medida pela contagem de tempo necessário para encher um recipiente de volume conhecido, uma garrafa pet de 2 litros por exemplo, seguida da divisão do volume conhecido pelo tempo gasto para encher o recipiente. Com esses dados em mãos é possível estimar o tempo que você precisará deixar a irrigação ligada, evitando assim desperdícios ou falta d’água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A textura do solo é um fator que deve ser avaliado desde a instalação. Solos argilosos tendem a reter mais água que solos arenosos, o que pode ser prejudicial à respiração das raízes. Por outro lado </span><span style="font-weight: 400;">solos arenosos requerem mais atenção quanto à fertilidade, pois perdem mais nutrientes por lixiviação, podendo ocorrer deficiências, principalmente de micronutrientes.</span><span style="font-weight: 400;"> Além disso, a textura de um solo influencia na ocorrência de compactação de áreas de tráfego de veículos e pisoteio, sendoos solos argilosos mais suscetíveis à compactação. A compactação do solo será um empecilho à infiltração da água, criando áreas alagadas ou encharcadas; à aeração do solo e ao crescimento das raízes, pois elas não conseguem crescer além da camada compactada e se limitam à superfície, limitando a área explorada pelas mesmas, diminuindo o acesso aos nutrientes. </span></p>
<div style="width: 399px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" src="http://buchel.com.br/wp-content/uploads/2016/10/H350-0285-695x345.jpg" width="389" height="193" /><p class="wp-caption-text">Lembre-se de cortar no máximo 1/3 da altura da planta.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O corte é um dos manejos mais importantes para a manutenção da boa aparência do gramado e também o mais negligenciado. Cortes muito severos diminuem a área foliar da planta, reduzindo drasticamente a fotossíntese e chegam a matar a planta em alguns casos. Este choque enfraquece a planta, diminuindo suas reservas, e tornando a recuperação mais lenta. Para evitar tal choque, é necessário conhecer a altura de corte ideal da espécie implantada, e levar em consideração a chamada “regra do 1/3 “ que indica a redução de no máximo ⅓ da altura da planta, como por exemplo, uma planta tem 3 cm, logo sua altura final deverá ser 2 cm. Reduções maiores que ⅓, mesmo que sejam no intuito de alcançar a altura ideal do gramado, serão prejudiciais à saúde das plantas. Além desse cuidado, deve-se prestar atenção aos equipamentos. Verifique se estão bem afiados para evitar “mastigar” as plantas e deixar lesões, que são entradas para doenças e se estão bem limpos para que não sejam veículo de transmissão de doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A frequência dos cortes varia segundo a espécie implantada, época do ano, adubação e clima. No verão, por exemplo, período em que há maiores temperaturas e incidência de chuvas, o crescimento dos gramados é mais rápido, exigindo cortes mais frequentes, sendo o inverso para o inverno. O uso de adubação nitrogenada, principalmente quando além do necessário, faz com que os gramados se desenvolvam mais rápido, sendo necessárias intervenções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o corte, a retirada do material podado normalmente é necessária. Quando não retirado, o material podado formará junto à folhas e raízes mortas o chamado “colchão” que é uma camada de palhada que se forma sobre o solo, e que se muito espessa, pode impedir a passagem de água e ar, criar um ambiente propício para doenças, exceto em reduções de até 1cm de comprimento, que não requerem retirada do material da área. Por outro lado, a retirada do material podado representa a retirada de nutrientes do sistema, o que faz com que seja necessário repô-los via adubação. Desse modo, a frequência de cortes seguidos da retirada do material deverá ser levada em conta na hora de pensar a adubação, principalmente a adubação potássica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum a instalação de gramados em cima de áreas aterradas ou terraplanadas, e normalmente as camadas do solo mais férteis foram soterradas ou retiradas, devendo-se proceder a correção da fertilidade. Adubações mal feitas, podem causar crescimento excessivo (excesso de nitrogênio), queima de folhas e deficiência de Cálcio e Magnésio (excesso de potássio). Já uma calagem em excesso pode provocar deficiência de micronutrientes. Em contraposição, uma adubação potássica adequada, está diretamente ligada à capacidade do seu gramado de resistir às oscilações do clima e ao pisoteio. Busque assistência técnica com um Engenheiro Agrônomo para garantir a melhor adubação e o seu gramado bonito e saudável. </span></p>
<div style="width: 330px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" src="http://www.sepaf.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/46/2015/12/ferrugem-500x372.jpg" width="320" height="238" /><p class="wp-caption-text">Ferrugem em gramados</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante os meses de outono-inverno, as espécies de gramados tipicamente plantadas no Brasil entram em dormência, ou seja, diminuem seu crescimento e focam no armazenamento de reservas. Para preparar o seu gramado para esse período, deve-se, à partir de março/abril, aumentar a adubação potássica, visando dar resistência às plantas, e diminuir a adubação nitrogenada, visto que o nitrogênio estimula o crescimento, o que durante o inverno não é interessante. Adubação nitrogenada em excesso durante este período também pode deixar as plantas mais suscetíveis à ferrugem, principalmente nas regiões de clima frio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de problemas com nutrição, rega e poda, os cuidados com as plantas daninhas são fundamentais para a boa aparência do seu gramado. Elas surgem em ambientes em que a competição com o gramado as favoreçam. O primeiro passo para controlá-las é oferecer as melhores condições para o desenvolvimento do gramado, que ocupará todos os espaços. Para isso, deve-se manter o gramado bem nutrido e cortado na altura correta, o que permitirá o adensamento, inibindo a germinação das sementes das plantas daninhas.  Quando já há ocorrência de plantas daninhas, pode-se arrancá-las manualmente, para pequenas áreas, e quando em grandes áreas, pode-se utilizar controle químico sob auxílio de um Engenheiro Agrônomo. Tome cuidado com o uso excessivo de terra vegetal ou esterco curtido no seu gramado. Terra e adubo são coisas diferentes. Esses materiais são ricos em sementes de plantas daninhas. Cada vez que você os usa, estará trazendo mais invasoras para o seu gramado. Além disso na maioria das vezes não foi analisada  a composição daquele material.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="http://jjgramas.com.br/wp-content/uploads/2016/02/evarsdninhas.jpg" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">Língua de Vaca no meio do gramado</p></div>
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/32/ba/96/32ba96cfe4192a626320afa44f7251fa.jpg" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">Tanchagem no meio do gramado</p></div>
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		<title>Como cuidar da sua planta carnívora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 12:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normalmente vistas com uma aura sombria, as plantas carnívoras são plantas geralmente originárias de ambientes pobres em nutrientes, que são capazes de atrair e capturar insetos e outros pequenos animais para armadilhas e obter nutrientes à partir da digestão dos mesmos por meio de enzimas. A melhor forma de cuidar da sua planta carnívora é [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente vistas com uma aura sombria, as plantas carnívoras são plantas geralmente originárias de ambientes pobres em nutrientes, que são capazes de atrair e capturar insetos e outros pequenos animais para armadilhas e obter nutrientes à partir da digestão dos mesmos por meio de enzimas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A melhor forma de cuidar da sua planta carnívora é tentando imitar o seu habitat natural. De modo geral, essas plantas não apresentam problemas no cultivo desde que sejam dadas as condições básicas de água, luz, temperatura e umidade. Caso contrário, isso poderá deixar a planta suscetível à doenças e pragas. Cada espécie possui suas particularidades, então é necessário que você tenha claro que planta você têm.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os gêneros mais conhecidos no Brasil são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400; text-align: left;"><i><span style="font-weight: 400;">Dionaea</span></i><span style="font-weight: 400;">: o tipo de planta carnívora mais popular, e possui apenas uma espécie, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Dionaea muscipula;</span></i></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: left;"><i><span style="font-weight: 400;">Drosera</span></i><span style="font-weight: 400;">: com várias espécies, se caracteriza pela presença de pêlos em suas folhas, com uma substância que é a responsável de colar os insetos nas folhas e auxiliar na captura;</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: left;"><i><span style="font-weight: 400;">Nepenthes</span></i><span style="font-weight: 400;">: é caracterizado pelos “jaros” nas pontas das folhas que são armadilhas com enzimas digestoras;</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: left;"><i><span style="font-weight: 400;">Sarracenia</span></i><span style="font-weight: 400;">: possuem “jarros” como as plantas do gênero</span><i><span style="font-weight: 400;"> Nempethes, </span></i><span style="font-weight: 400;">porém em formato de cone.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente o substrato ideal para plantas carnívoras é ácido e pobre em nutrientes, com boa drenagem, mas alta retenção de umidade. Podem ser usadas nas misturas para o substrato componentes como: pó de xaxim, areia, musgos, vermiculita e carvão vegetal. Não deve-se usar substratos já adubados, pois o excesso de nutrientes pode ser tóxico à estas plantas.  Assim como o substrato, a água das regas não deve ser rica em nutrientes. O ideal é usar a água da chuva para regar as plantas, devendo ser evitada a água da torneira, principalmente por conta do cloro, ou então deixar descansá-la durante 48hs.</span></p>
<p>A luminosidade também é um fator importante para as plantas carnívoras. A luz direta do sol a maior parte do dia possível é necessária à maioria, com exceção de algumas espécies como as Nepenthes. Sem a quantidade de luz necessária, é normal notar a perda da cor avermelhada em <i><span style="font-weight: 400;">Dionaea muscipula </span></i><span style="font-weight: 400;">ou mesmo a perda do tonalidade verde.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A umidade é um item importante para as plantas carnívoras. Muitas plantas carnívoras precisam ser mantidas em estufas, mas os gêneros mais conhecidos no Brasil podem ser mantidos apenas com a umidade do substratos, porém protegidos de ventos. O substrato deve ser mantido úmido mesmo durante o período de dormência. </span><span style="font-weight: 400;">É comum em algumas espécies a formação de reservas para a dormência nos meses de inverno, então não se preocupe se sua planta carnívora perder todas as folhas nesse período. As regas não devem ser interrompidas, porém reduzidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como são exigentes em umidade e devem passar a maior parte do tempo expostas ao sol. As plantas carnívoras devem ser plantadas principalmente em vasos de plástico de cores claras, visto que o plástico não absorve umidade do substrato</span></p>
<div id="attachment_3074" style="width: 390px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-3074" decoding="async" class=" wp-image-3074" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/DSC_0012-300x169.jpg" alt="Dionaea Muscipula – Foto: João F. J. de Mira" width="380" height="214" /><p id="caption-attachment-3074" class="wp-caption-text">Dionaea Muscipula – Foto: João F. J. de Mira</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Dionaea muscipula </span></i><span style="font-weight: 400;">é uma espécie que resiste muito bem ao calor, desde que não lhe falte água. Esta espécie apresenta dormência nos meses de inverno, e em regiões quentes faz-se necessário simular o inverno, sendo necessário apenas colocar o vasinho dentro de um saco plástico e colocá-lo dentro da geladeira. Além disso, é recomendada o corte das flores que surgirem, pois exigem muita energia das plantas. Um ponto importante é o cuidado com as armadilhas. As “boquinhas” chamam a atenção, mas deve-se evitar fechar as armadilhas desnecessariamente, pois a abertura e o fechamento das armadilhas requer energia da planta e pode levá-la à exaustão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As espécies do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Drosera</span></i><span style="font-weight: 400;"> não são muito exigentes, geralmente basta mantê-las expostas à luz solar a maior parte do tempo que possível. Associada à este cuidado, a rega do substrato deve ser constante, sendo indicado o uso de “pratinhos” com água para mantê-lo encharcado.  No inverno, o pratinho deve ser retirado, pois é necessário que o substrato esteja menos encharcado durante a dormência da planta. Os pulgões são as principais pragas destas plantas, e para controlá-los, é possível fazer a coleta manual ou mergulhar a planta na água durante poucos minutos, no intuito de afogar os pulgões.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente as Nepenthes se adequam bem à maior parte das regiões do Brasil, exceto aquelas de clima muito seco. Assim como  para as demais plantas carnívoras, a umidade é importante para as Nepenthes, mas nesse gênero deve-se tomar o cuidado para não encharcar o substrato. Visando manter o substrato mais aerado, aconselha-se a maior adição de areia na mistura do substrato. Além disso, deve-se usar vasos de cerâmica para conter o excesso de umidade, diferente das outros gêneros de plantas carnívoras. Quando plantadas em  jardins, as Nepenthes podem sofrer com o clima, e nesse caso, isso depende da sua região. Caso queira mantê-las no jardim, é necessário verificar quais são as espécies que resistem à mudanças drásticas no clima como geada e calor intenso, pois tais eventos podem matar a planta. Dentro de casa, é necessário oferecer luz às plantas, seja posicionando-as próximo à janelas ou pelo uso de lâmpadas. A incidência de luz solar é indicada numa média de 4h por dia.  Quanto à nutrição, a oferta de insetos normalmente já é suficiente para manutenção das plantas. </span></p>
<div style="width: 436px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="" src="http://i1179.photobucket.com/albums/x396/hawken-carlton/P1210607_zpse4118a58.jpg" width="426" height="320" /><p class="wp-caption-text">Nempethes &#8211; Foto: MacielS</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Sarracenia</span></i><span style="font-weight: 400;">  precisam de luz direta do sol pelo menos seis horas por dia, mas você deve atentar para a temperatura do substrato, visto que as plantas ficam expostas ao sol e as raizes destas plantas não tolera super aquecimento. Para solucionar este problema, você deve manter o substrato encharcado com água fresca e atentar para o tipo de vaso. Para o manejo de doenças, as folhas velhas devem ser arrancadas para evitar o surgimento de bactérias e fungos que se alimentam desse material e que possam causar danos as partes vivas. As  cochonilhas e ácaros são as principais pragas deste gênero. Indica-se arrancar as folhas infectadas, e em últimos casos, o uso de inseticidas, em razão da alta sensibilidade destas plantas à estes produtos.</span></p>
<div style="width: 419px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/400px-Sarracenia_Flava_JPG01.jpg" width="409" height="614" /><p class="wp-caption-text">Sarracenia &#8211; Foto: Jean-Pol GRANDMONT</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://www.operagarden.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Ópera Garden</span></a>  possui exemplares de plantas carnívoras , além de mais uma infinidade de opções de plantas e materiais para jardim em Curitiba.</span></p>
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		<title>Plantas Esculturais no Paisagismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 16:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vistas como verdadeiras expressões artísticas da natureza, as plantas esculturais são plantas que possuem sua beleza marcada pelo jogo entre cores e formas geométricas que criam desenhos intrigantes, e que são responsáveis por dar certo ar sofisticado aos ambientes onde estão inseridas.Podendo ter de diversos arranjos, as plantas esculturais mostram-se imponentes pelo formato de suas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Vistas como verdadeiras expressões artísticas da natureza, as plantas esculturais são plantas que possuem sua beleza marcada pelo jogo entre cores e formas geométricas que criam desenhos intrigantes, e que são responsáveis por dar certo ar sofisticado aos ambientes onde estão inseridas.Podendo ter de diversos arranjos, as plantas esculturais mostram-se imponentes pelo formato de suas folhas ou troncos, sendo difícil que uma planta escultural passe despercebida aos olhos. Normalmente estas plantas assumem posições de destaque nos jardins e espaços vegetalizados, justificando seu emprego quase sempre isolado.</span></p>

<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="KiyomizuderaGateKarahafu" data-caption="Acer – Foto: Kiyomizu-dera" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu.jpg'><img width="300" height="191" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-300x191.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-200x127.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-300x191.jpg 300w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-400x255.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-460x295.jpg 460w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-600x382.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-768x489.jpg 768w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-800x510.jpg 800w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-1024x653.jpg 1024w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu-1200x765.jpg 1200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/KiyomizuderaGateKarahafu.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Oliveira 450&#215;298" data-caption="Oliveira – Foto: Luigi Nifosi" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298.jpg'><img width="300" height="199" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298-300x199.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298-200x132.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298-300x199.jpg 300w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298-400x265.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/oliveira-450x298.jpg 450w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Post 157 005892400 1292119452 Thumb" data-caption="Cyca – Foto: Jardim Cor – Raul Cânovas" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/post-157-005892400-1292119452_thumb.jpg'><img width="300" height="225" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/post-157-005892400-1292119452_thumb-300x225.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/post-157-005892400-1292119452_thumb-200x150.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/post-157-005892400-1292119452_thumb.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Bismarckia Nobilis" data-caption="Palmeira-Azul – Foto: Wilson Felix da Costa" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_.jpg'><img width="300" height="225" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-300x225.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-200x150.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-300x225.jpg 300w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-400x300.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-600x450.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_-768x576.jpg 768w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Bismarckia_nobilis_.jpg 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>

<p><span style="font-weight: 400;">A diversidade de plantas que se encaixam dentro desse grupo permite que seja possível colocar plantas esculturais em jardins, plantadas diretamente no solo; ou terraços, sacadas ou dentro de casa. </span><span style="font-weight: 400;">Nos jardins, onde há mais espaço, plantas de maior porte podem ser empregadas. Há espécies que se destacam pela cor de suas folhas, como por exemplo o Bordo Japonês (</span><i><span style="font-weight: 400;">Acer palmatum</span></i><span style="font-weight: 400;">), que possui a copa avermelhada durante o outono. Outras plantas se destacam pela coloração e formato das folhas, como a Palmeira azul (</span><i><span style="font-weight: 400;">Bismarckia nobilis</span></i><span style="font-weight: 400;">) da qual as folhas são verde-azuladas em formato de leque. Há aquelas que se destacam pela disposição diferenciada de suas folhas, como as Cycas (</span><i><span style="font-weight: 400;">Cyca sp.</span></i><span style="font-weight: 400;">), com folhas dispostas em formato radial, e o Pândano (</span><i><span style="font-weight: 400;">Pandanus veitchii</span></i><span style="font-weight: 400;">) com suas folhas inseridas em espiral num tronco sinuoso. Também existem espécies que chamam a atenção pela peculiaridade e beleza dos troncos, como a  Pata-de-Elefante (</span><i><span style="font-weight: 400;">Beaucarnea recurvata</span></i><span style="font-weight: 400;">), que possui a base do tronco dilatada e folhas em cabeleira; e a Oliveira (</span><i><span style="font-weight: 400;">Olea europaea</span></i><span style="font-weight: 400;">), que possui o tronco tortuoso, principalmente notado nas plantas mais velhas. Do mesmo modo, a formação da copa pode ser o atrativo de uma planta estrutural,  como por exemplo o Kaizuka (Juniperus chinensis torulosa), que possui a copa tortuosa e folhagem bem densa, normalmente lembrando uma espiral.</span></p>

<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Pandanus Veitchii" data-caption="Pândano – Foto: Hawken King" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/pandanus_veitchii.jpg'><img width="201" height="267" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/pandanus_veitchii.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/pandanus_veitchii-200x266.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/pandanus_veitchii.jpg 201w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Juniperus Chinensis Torulosa" data-caption="Kaizuka – Foto: Raquel Patro" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/juniperus_chinensis_torulosa.jpg'><img width="225" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/juniperus_chinensis_torulosa-225x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/juniperus_chinensis_torulosa-200x267.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/juniperus_chinensis_torulosa.jpg 225w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="250px Pataelefante" data-caption="Pata-de-Elefante – Foto: Denis Conrado" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/250px-Pataelefante.jpg'><img width="225" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/250px-Pataelefante-225x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/250px-Pataelefante-200x266.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/250px-Pataelefante-225x300.jpg 225w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/250px-Pataelefante.jpg 250w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Ficus Lyrata 2" data-caption="Figueira-Lira – Foto: estilosdeco.com" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2.jpg'><img width="204" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-204x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-200x294.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-204x300.jpg 204w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-400x588.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-600x881.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2-697x1024.jpg 697w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/ficus-lyrata-2.jpg 736w" sizes="(max-width: 204px) 100vw, 204px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Cycas Revoluta.D%C3%BCsseldorf" data-caption="Cyca – Foto: Holek" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf.jpg'><img width="300" height="203" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-300x203.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-200x135.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-300x203.jpg 300w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-400x270.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-600x405.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-768x519.jpg 768w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-800x540.jpg 800w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-1024x691.jpg 1024w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Cycas_revoluta.Düsseldorf-1200x810.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>

<p><span style="font-weight: 400;">Para uso em vasos, pode se apreciar as mesmas características já citadas, mas relembrando que as espécies devem ser comportadas dentro dos recipientes e dentro do ambiente onde se deseja colocá-las. Cycas e a Patas-de-elefante podem ser plantadas em vasos quando pequenas. A Pata-de-elefante pode ficar em espaços à meia sombra e apesar de rústicas, não toleram encharcamento. As Cicas são indicadas para uso em terraços e espaços maiores, visto que suas folhas podem espetar, e devem ser regadas com constância. Além destas, são encontradas no mercado, outras alternativas. A Lança de São Jorge (</span><i><span style="font-weight: 400;">Sansevieria cylindrica</span></i><span style="font-weight: 400;">) é uma boa opção para espaços internos. Sua forma de lança  já é interessante, e quando somada à flexibilidade de suas folhas, há a possibilidade de diversas formas de tranças, que resultam em formas ainda mais atrativas. Esta espécie não é exigente em água e responde bem em ambientes climatizados, sendo ideal para escritórios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última tendência em plantas esculturais envasadas é a Figueira-Lira (</span><i><span style="font-weight: 400;">Ficus lyrata</span></i><span style="font-weight: 400;">), cuja as folhas lembram a forma do instrumento de mesmo nome. Quando contidas em vasos, as Figueiras-lira podem ser usadas dentro de espaços fechados ou em varandas e sacadas, e tendem a ter crescimento lento com folhagem menos abundantes, porém muito ornamental. Atente para a escolha do vaso, pois o mesmo poderá embelezar ainda mais a sua planta, sendo os vasos de cerâmica muito utilizados. Outra opção são as dracenas (</span><i><span style="font-weight: 400;">Dracaena sp.</span></i><span style="font-weight: 400;">), que podem ser usadas em varandas, sacadas e interiores, variando segundo a espécie. A mescla de cores e a disposição em roseta compõem a beleza destas plantas, que com certeza trarão sofisticação ao seu espaço. Geralmente são rústicas em espaços internos, e com crescimento lento se mantidas em vasos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além destas plantas, existe uma infinidade de opções que com certeza se adequarão ao seu ambiente e cairão no seu gosto. Que tal dar uma passada na </span><a href="http://www.operagarden.com.br/"><b>Ópera Garden</b></a><span style="font-weight: 400;"> para conferir as nossas opções e receber auxílio de uma equipe preparada para recebê-lo?</span></p>

<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Dracena JC 683&#215;1024" data-caption="Dracena Tricolor – Foto: Jonathan Campos" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024.jpg'><img width="200" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024-200x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024-200x300.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024-400x600.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024-600x900.jpg 600w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Dracena-JC-683x1024.jpg 683w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="333333" data-caption="Pata-de-Elefante – Foto: Milton Lago" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/333333.JPG'><img width="225" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/333333-225x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/333333-200x267.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/333333-225x300.jpg 225w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/333333.JPG 240w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="Decoracao Lavabo Vasos Com Dracena Arborea Danilomalvezzitorres 82402 Proportional Height Cover Small" data-caption="Dracena-de-Madagascar. – foto: Danilo Malvezzi Torres" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/decoracao-lavabo-vasos-com-dracena-arborea-danilomalvezzitorres-82402-proportional-height_cover_small.jpg'><img width="1" height="1" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/decoracao-lavabo-vasos-com-dracena-arborea-danilomalvezzitorres-82402-proportional-height_cover_small.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" /></a>
<a data-rel="iLightbox[postimages]" data-title="52ea4b634e659501f9c937031de6ba64" data-caption="Lança de São Jorge – Foto: Liane Martins" href='https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64.jpg'><img width="225" height="300" src="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64-225x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" srcset="https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64-200x267.jpg 200w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64-225x300.jpg 225w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64-400x533.jpg 400w, https://artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2017/04/52ea4b634e659501f9c937031de6ba64.jpg 450w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>

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		<title>Coroa de Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 19:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[arbusto proteção]]></category>
		<category><![CDATA[cerca viva]]></category>
		<category><![CDATA[coroa de cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Euphorbia millii]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>     A Coroa de Cristo ou Euphorbia millii é um arbusto originário de Madagascar. Planta muito utilizada como cerca viva visando a segurança de um imóvel, por exemplo, pois além de possuir muitos espinhos, sua seiva é extremamente tóxica podendo causar queimaduras, perfuração da córnea e até cegueira. Seus espinhos costumam manter as pessoas e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2643" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/01/eup_milii005-300x238.jpg" alt="eup_milii005" width="300" height="238" />    <img decoding="async" class="alignnone wp-image-2638" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/01/2015-08-12-12.11.29-300x169.jpg" alt="2015-08-12 12.11.29" width="296" height="167" /><br />
A Coroa de Cristo ou <em>Euphorbia millii </em>é um arbusto originário de Madagascar.</p>
<p>Planta muito utilizada como cerca viva visando a segurança de um imóvel, por exemplo, pois além de possuir muitos espinhos, sua seiva é extremamente tóxica podendo causar queimaduras, perfuração da córnea e até cegueira.</p>
<p>Seus espinhos costumam manter as pessoas e animais afastados. Seu látex apenas é exposto em casos de trauma na planta, como no momento da poda. Sendo assim, é recomendado o uso de óculos de proteção, roupas que cubram totalmente a pele e luvas grossas ao manuseá-la.</p>
<p>Deve ser cultivada sob sol pleno. É uma planta perene de clima tropical ou subtropical, pouco tolerante à geadas. Pode ser cultivada à meia sombra, porém não floresce com a mesma beleza. É propagada facilmente por meio de estacas caulinares. O enraizamento demora em torno de 1 mês. Não tolera solos encharcados e pode atingir até 2 metros de altura. Seu florescimento é na primavera e verão, podendo ficar presente quase o ano todo.</p>
<p>O espaçamento médio de plantio sugerido é de 35 cm entre plantas, podendo variar de acordo com o tamanho da muda e da pressa para fechar o canteiro. A de flor vermelha é a mais comum, mas também existem espécies de flor laranja, rosa, branca e amarela.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-2642" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/01/coroa-de-cristo_red-300x292.jpg" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" width="231" height="225" />    <a href="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/01/euphorbia-milii-yellow-c-u-own.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2644" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/01/euphorbia-milii-yellow-c-u-own-300x225.jpg" alt="euphorbia-milii-yellow-c-u-own" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Escrito por Priscilla Macanhão e Gustavo Macanhão</p>
<p>Engenheiros Agrônomos Paisagistas na Arte vegetal Paisagismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.operagarden.com.br" target="_blank"><img decoding="async" class="" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/04/logo-aprovado-1024x1024.png" alt="" width="217" height="217" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong><strong>Procurando Coroa-de-Cristo em Curitiba?<br />
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		<title>Ciclâme &#8211; Cyclamen persicum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[arte vegetal paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclame]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista concedida à revista Plantas Flores e Jardins edição Maio/2015 1.         Há diferentes variedades de ciclame? Quais são as mais comuns no cultivo doméstico e o que os difere? R: Sim. O gênero Cyclamen (família Myrsinaceae) é composto por 23 espécies, nativas do mediterrâneo. A espécie mais comum, de longe, é a Cyclamen persicum, que [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida à revista Plantas Flores e Jardins edição Maio/2015<br />
1.         Há diferentes variedades de ciclame? Quais são as mais comuns no cultivo doméstico e o que os difere?</p>
<p>R: Sim. O gênero Cyclamen (família <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Myrsinaceae">Myrsinaceae</a>) é composto por 23 espécies, nativas do mediterrâneo. A espécie mais comum, de longe, é a Cyclamen persicum, que encontramos em diferentes cultivares, nas floriculturas de todo o mundo. Os Ciclames que conhecemos hoje são resultado de mais de um século de hibridações e seleção genética. As cultivares dele tem flores maiores, cores mais vivas e folhas mais ornamentadas do que a espécie encontrada em seu habitat natural (região da pérsia, por isso o nome da espécie). Além do Cyclamen persicum, mais conhecido como “Florist cyclamen”, temos os conhecidos como “Hardy cyclamens”, ou Cyclames rústicos. Estes são populares na jardinagem européia e norte-americana, por serem mais resistentes e tolerarem temperaturas abaixo de zero prolongadas. Dentre os rústicos, os mais comuns e de fácil cultivo são o Cyclamen coum e o Cyclamen hederifolium.</p>
<ol start="2">
<li>Quais os diferenciais da flor e as formas de utilização?</li>
</ol>
<p>R: O grande diferencial da flor do Ciclame é que a haste floral, que brota a partir do tubérculo, se inclina em 150-180º, virando a flor para baixo, e as pétalas, invertidas, permanecem para cima. Esta característica que torna a flor tão peculiar. O Cyclamen persicum é utilizado como flor de vaso interno e até como flor de corte. Os “Hardy Cyclamens” são utilizados na jardinagem.</p>
<ol start="3">
<li>Quais cores a flor é encontrada?</li>
</ol>
<p>R: Branco, rosa claro, vermelho, salmão e roxo, podendo ter as pontas das pétalas com cores distintas.</p>
<ol start="4">
<li>Quais os grandes desafios de cultivá-la?</li>
</ol>
<p>R: Primeiramente devemos ressaltar que o Ciclame é uma planta perene que tem sido tratada como anual, pois as pessoas preferem não esperar praticamente a metade do ano com a planta em dormência.</p>
<p>Provavelmente os maiores desafios no cultivo, sejam os tratos culturais que ela demanda, como o reposicionamento das folhas para melhor absorção solar, a divisão dos tubérculos no momento da propagação e posterior replantio, pois são tarefas bem dispendiosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>Em média, quanto tempo dura a florada? Ela floresce mais de uma vez por ano?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: A florada dura em média 2 meses. O Cyclamen persicum floresce uma vez ao ano, no inverno.</p>
<ol start="6">
<li>Há algo que podemos fazer para incentivar a floração?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: A partir da maturidade (8-12 folhas), a floração pode ser induzida pela alta irradiância em combinação com baixas temperaturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li>No plantio doméstico, o que é mais indicado, mudas ou sementes?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: Mudas propagadas pela divisão dos tubérculos. A propagação de cyclamens por sementes é mais recomendada para a produção comercial e melhoramento genético (criação de novas variedades).</p>
<ol start="8">
<li>Qual a composição de solo ideal para cultivar a espécie?</li>
</ol>
<p>R: Na realidade não existe uma composição ideal de substrato. Cada produtor tem a sua composição baseado em experiências e na disponibilidade de insumos na região. Porém ela deve respeitar algumas exigências, como: Alta capacidade drenante, pH de 5,5 a 5,8, condutividade elétrica (EC) de 0,5 a 1 e bastante matéria orgânica. De forma caseira, pode ser feito uma mistura de fibra de coco moída, terra vegetal e casca de arroz carbonizada (1;1;1)</p>
<ol start="9">
<li>Quais os cuidados que devemos ter no plantio? Qual a medida média da cova e da área que devemos deixar entre cada planta? Até onde devemos cobrir de terra? Molhamos ao finalizar?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: Deve se ter cuidado na divisão dos tubérculos e em seguidas plantá-los com tamanho de cova suficiente para abrigá-los completamente. Se certificar de que o substrato esteja sem compactação para permitir o desenvolvimento das raízes. Espaçamento de 22-30cm entre plantas é o recomendado. Molha-se ao finalizar.</p>
<ol start="10">
<li>Em média quanto tempo entre o plantio e o nascer das primeiras flores?</li>
</ol>
<p>R: Propagado via semente, ele começa a floração à partir da 16ª-20ª semana.</p>
<ol start="11">
<li>Podemos plantar o ciclame com outras espécies? Quais são as recomendadas e quais devemos evitar?</li>
</ol>
<p>Sim. As espécies rústicas normalmente são plantadas no jardim na sombra de àrvores. Podem ser combinadas com outras espécies em maciços, para produzir contrastes de cor, forma e textura. Se plantada de forma esparsa, combinar plantas de altura, vigor e necessidade hídricas parecidas.</p>
<ol start="12">
<li>Existe algum adubo específico, qual é a composição mais indicada? Quando e como deveria ser aplicado?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não existem adubos específicos para o Ciclame. Podemos utilizar formulações mais equilibradas como 18-18-18+micro para o desenvolvimento inicial e 06-18-36+micro para o florescimento. Os adubos solúveis, como o Kristalon e o Hydrofert são os mais recomendados, numa concentração média de 1g/l, e aplicados a cada duas semanas, somente no substrato.</p>
<ol start="13">
<li>Qual o melhor clima para o cultivo da espécie? Em relação a horas de sol, quantas são ideais?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil, o clima mais adequado é o do sul, já que a planta sofre um pouco em temperaturas acima de 25 graus, porém esse não é o limitante. O ideal é que a luminosidade seja difusa. Se não for possível, pelo menos evitar o sol direto das 9 as 16 horas.</p>
<ol start="14">
<li>A irrigação deve ser frequente? Existe alguma orientação na hora de molhar a flor?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Irrigação deve ser a cada 3 dias, em média, dependendo do clima e do substrato. Não se deve molhar a flor, nem as folhas para evitar aparecimento de fungos. Deve-se abrir um espaço nas folhas com a mão para irrigar o substrato. No Japão, por exemplo, os Cyclamens são plantados em vasos, nos quais podem ser molhados apenas a parte de baixo do substrato,  mais indicados para bulbos e tubérculos.</p>
<ol start="15">
<li>Em relação às pragas e doenças, quais são as mais comuns e o que podemos fazer para evitá-las?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>As doenças mais comuns são Botrytis, Fusarium e Erwinia, enquanto as pragas são os pulgões, àcaros e tripes.</p>
<p>Pode-se usar um fungicida preventivo, como o sulfato de cobre para as doenças e um inseticida somente se as pragas aparecerem.</p>
<ol start="16">
<li>Além dos cuidados citados, há algo a mais que devemos fazer na manutenção?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: Para prevenir a proliferação de doenças e prolongar a floração, devemos retirar as hastes florais de flores atacadas.</p>
<ol start="17">
<li>Se houver, cite curiosidades ou informações adicionais sobe o cíclame.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>R: O Cyclamen persicum é uma planta comestível. Aqui cabe uma citação muito interessante do livro History of Greek Food, de Mariana Kavroulaki:</p>
<p>“<em>No passado, os ciclames eram especialmente conhecido por virtudes medicinais (pois contêm um veneno purgativo). Os tubérculos possuem cyclamin que é uma saponina tóxica, portanto, nunca tente comê-los. As folhas do Cyclamen graecum têm sabor acri-doce.</em></p>
<p><em>A mais conhecida cultivar, Cyclamen persicum, é uma importante planta selvagem comestível no Iran e na Palestina. Suas folhas também são cozidas com arroz, carne de carneiro moída, temperos e comida com iogurte (Za’matoot palestino ou Dolme iraniano). Não sei se as folhas dessa espécie têm sabor diferente.</em></p>
<p><em>No entanto, a receita do ciclame grego é velha e quase esquecida. De fato, o uso de plantas mediterrâneas comestíveis encontra-se em fase decisiva. Como você sabe, as comunidades mediterrâneas orientais estavam bastante centradas no cultivo e na comida selvagem tanto para subsistência quanto para o sustento. Depois da Segunda Guerra Mundial, o consumo de plantas selvagens e sementes mudou de acordo com as mudanças sócio-econômicas. Infelizmente, o extraordinário conhecimento tradicional de plantas selvagens como recurso não foi absorvido pelas novas gerações e eu me pergunto se já está no limiar do desaparecimento.</em>’’</p>
<ol start="18">
<li>Nome/Sobrenome, empresa, endereço e site ou e-mail do responsável pela entrevista.</li>
</ol>
<p>R: Gustavo Macanhão. Eng. Agrônomo e Paisagista na Arte Vegetal Jardins e Ópera Garden. <a href="mailto:gustavo@artevegetal.com.br">gustavo@artevegetal.com.br</a> / <a href="http://www.artevegetal.com.br">www.artevegetal.com.br</a></p>
<p>Rua São Salvador, 43 &#8211; Curitiba PR</p>
<p><a href="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/P9200006.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-2546" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/P9200006-300x225.jpg" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" width="300" height="225" /><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.operagarden.com.br" target="_blank"><img decoding="async" class="" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/04/logo-aprovado-1024x1024.png" alt="" width="217" height="217" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong><strong>Procurando Ciclâmes em Curitiba?<br />
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(41) 3353-6222<br />
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Rua São Salvador, 43<br />
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		<title>Cerejeira Japonesa ou Sakura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 21:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[cerejeira]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cerejeira japonesa, ou Prunus serrulata, é uma das árvores que proporcionam um espetáculo no inverno curitibano. Perde todas as folhas no outono para dar lugar às flores. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, solo bem drenado e receber adubações periódicas. Sendo uma planta de clima temperado é resistente às geadas, no [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cerejeira japonesa, ou <em>Prunus serrulata,</em> é uma das árvores que proporcionam um espetáculo no inverno curitibano. Perde todas as folhas no outono para dar lugar às flores. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, solo bem drenado e receber adubações periódicas. Sendo uma planta de clima temperado é resistente às geadas, no entanto não floresce adequadamente em clima tropical ou equatorial. Atinge de 4 a 10 metros de altura em Curitiba.<br />
É a árvore símbolo do Japão, sendo que na época do império os japoneses plantavam estas árvores para reclamar o espaço como território japonês. São cultivadas desde pelo menos o ano 794d.C. É uma árvore cheia de simbologia como amor, boa sorte, nacionalismo japonês e primavera, atraindo milhares de visitantes durante sua floração. Possui mais de 200 cultivares. São nativas de diversos países asiáticos como Coreia, China e Japão.</p>
<p>Foi usada para motivar o povo japonês durante a Segunda Guerra. Pilotos japoneses chegavam a levar ramos da árvore consigo ao embarcar numa missão kamikaze ou pintar na lateral de seu avião simbolizando a intensidade e a efemeridade da vida; sendo que a queda das pétalas representaria o sacrifício dos jovens para honrar o imperador, chegando ao ponto do governo levar o povo a acreditar que as almas dos guerreiro seriam reencarnadas nas flores.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2515" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_1459-225x300.jpg" alt="IMG_1459" width="225" height="300" />     <img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2514" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_1393-300x225.jpg" alt="IMG_1393" width="300" height="225" />    <img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2512" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cerejeira-japonesa-300x199.jpg" alt="cerejeira japonesa" width="300" height="199" />    <img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2513" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sakura-300x225.jpg" alt="sakura" width="300" height="225" /></p>
<p>Escrito por Priscilla Macanhão</p>
<p>Engenheira Agrônoma Paisagista</p>
<p>ARTE VEGETAL PAISAGISMO</p>
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		<title>Trepadeiras</title>
		<link>https://artevegetal.com.br/trepadeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 19:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[trepadeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São plantas de natureza herbácea (caules verdes, frágeis e flexíveis), semi-herbácea ou lenhosa (caules rijos, secos e com aparência de lenho como o grupo de arbustos escandentes). Conheça os vários tipos de trepadeiras e veja que é possível escolher o tipo certo para cada situação, ou seja: forrar muros; cobrir pergolados; emoldurar arcos, floreiras pendentes [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table id="table19" border="0" width="527" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" align="center" bgcolor="#f8f8e0">
<table id="table22" border="0" width="562" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0">
<div align="center">
<table id="table30" border="0" width="588" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#f8f8e0">
<div align="center">
<p><b>São plantas de natureza herbácea (caules verdes, frágeis e flexíveis), semi-herbácea ou lenhosa<br />
(caules rijos, secos e com aparência de lenho como o grupo de arbustos escandentes).<br />
Conheça os vários tipos de trepadeiras e veja que é possível escolher o tipo certo para cada situação, ou seja: forrar muros; cobrir pergolados; emoldurar arcos, floreiras pendentes etc.</b></p>
<table id="table31" border="1" width="519">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#005e1f"><b>1- TREPADEIRAS  SARMENTOSAS</b></td>
<td bgcolor="#005e1f">
<p align="center"><b><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/trep._sarment.jpg" alt="" width="107" height="112" border="0" /></b></p>
</td>
<td bgcolor="#005e1f"><b>2- TREPADEIRAS VOLÚVEIS</b></td>
<td bgcolor="#005e1f">
<p align="center"><b><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/trepadeira_voluvel.jpg" alt="" width="71" height="117" border="0" /></b></p>
</td>
<td bgcolor="#005e1f"><b>3- TREPADEIRAS  CIPÓ E ARBUSTOS ESCANDENTES</b></td>
<td bgcolor="#005e1f">
<p align="center"><b><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/trepadeira_cipo.jpg" alt="" width="96" height="115" border="0" /></b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Possuem gavinhas (caules adicionais) que garantem a fixação da planta em paredes, árvores, estacas etc. Esse tipo de trepadeira pode ser usado para cobrir muros e só precisam de uma superfície para subir.</td>
<td colspan="2">Se enrolam em qualquer estrutura. Servem para contornar arcos, subir em troncos de árvores e estacas. Para cobrir muros será preciso colocar suportes de arame para que se enrole.</td>
<td colspan="2">Precisam ser educadas com amarrilhos para subirem em alguma estrutura. Servem para se apoiar em arcos, pergolados, telhados e treliças, mas lembre-se: é preciso amarrar para que a planta suba. As trepadeira cipó são mais flexíveis que os arbustos escandentes pois estes são um tipo intermediário entre as trepadeiras e os arbustos, em alguns casos são de natureza lenhosa.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table id="table32" border="0" width="544" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2bouganvilea.jpg" alt="" width="236" height="200" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico: <b>Bouganvillea spectabillis</b><br />
Nome popular: Primavera, Buganvile.</u><u>Família:</u> Nyctaginaceae<br />
<u>Origem: </u>Brasil, região Sul. Existe a espécie<i> spectabilis</i> do Sudeste e Nordes te, com várias cores e brácteas (folhas modificadas) e a <em>glabra </em>(sem pelos) . A<i>spectabilis</i> ocorre em cores mais intensas que a espécie<i> glabra</i>, mas a glabra resiste mais ao frio do Sul. A <i>spectabilis</i> pode ser encontrada nas cores branca, laranja, ferrugem, vinho e rosa.<u>Flores:</u> Quase o ano todo, principalmente na primavera.<br />
<u>Porte:</u> Até 8 metros de altura.<br />
Características: Arbusto escandente lenhoso espinhento. Pode ser conduzido como trepadeira apoiada em estruturas. A floração é muito vistosa e muito utilizada cobrindo pergolados e portões de acesso.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos ou alporque.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ft-brpincesa.jpg" alt="" width="190" height="289" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico</u>:<b><i> Fuchsia hibrida</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Brinco de princesa<br />
<u>Família:</u> Onagraceae<br />
<u>Origem: </u>América do Sul (Brasil).<br />
<u>Porte:</u> 1,5 metro de altura.<br />
<u>Flores:</u> Primavera.<u>Características:</u> Arbusto escandente semi-herbáceo. O extenso grupo de híbridos origina-se da <i>Fuchsia regia</i>, espécie de formas simples e nativa em regiões de altitude do Brasil. Pode ser utilizado pendente em vasos e floreiras ou apoiado em estruturas. No outono-inverno convém fazer uma poda eliminando excesso de ramos, para uma floração mais intensa na primavera. Desenvolve-se melhor à meia-sombra ( da maneira como se encontra na submata da floresta Atlântica). Prefere clima ameno (Sul e Sudeste).<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2jasmim_poeta.jpg" alt="" width="200" height="200" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u> <b><i>Jasminum polyanthum</i></b><br />
<u>Nome popular: </u>Jasmim dos poetas<br />
Jasmim-dos-poetas<br />
<u>Família:</u> Oleaceae<br />
<u>Origem:</u> Ásia e África<br />
<u>Porte:</u> Até 6 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Primavera<br />
<u>Características:</u> cipó semi-herbácea de clima ameno. É de pleno sol em locais mais frios e meia-sombra em regiões mais quentes. Possui um perfume suave. Usada para cobrir pergolados, treliças, muros e grades.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2alamanda.jpg" alt="" width="249" height="188" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Allamanda cathartica.</i></b><br />
<u>Nome popular</u>: Alamanda-amarela.<br />
<u>Família:</u> Apocynaceae<br />
<u>Origem:</u> Brasil<br />
<u>Porte:</u> Até 5 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Quase o ano inteiro, principalmente na primavera-verão.<br />
<u>Características: </u>Arbusto escandente semi-lenhoso de pleno sol e clima quente e úmido, em cidades frias do sul, como Curitiba, necessita maiores cuidados para resistir ao inverno e o período de floração reduz um pouco. Existe a espécie <i>Allamanda blanchetti,</i> de cor rósea, com as mesmas características. Utilizada apoiada em cercas e pergolados, necessita de suporte para sua condução. Ambas as espécies citadas são tóxicas se ingeridas.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos produzidas na primavera e verão.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2lamanda2.jpg" alt="" width="244" height="178" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Allamanda blanchetti</i></b><br />
<u>Nome popular</u>: Alamanda roxa, Alamanda rosa<br />
<u>Família:</u> Apocynaceae<br />
<u>Origem:</u> Brasil<br />
<u>Porte:</u> Até 5 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Quase o ano inteiro<br />
<u>Características: </u>Arbusto escandente semi-lenhoso de pleno sol e clima quente e úmido. Em Curitiba, por exemplo, necessita maiores cuidados para resistir ao inverno e o período de floração reduz um pouco. Existe a espécie <i>Allamanda cathartica</i> de cor amarela com as mesmas características. Utilizada apoiada em cercas e pergolados, necessita de suporte para sua condução. Ambas as espécies citadas são tóxicas se ingeridas.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2hera_unha_gato.jpg" alt="" width="246" height="188" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico</u>:<b><i> Ficus pumila</i></b><br />
<u>Nome popular</u>: Unha de gato, Hera unha de gato.<br />
<u>Família:</u> Moraceae<br />
<u>Origem: </u>China, Japão e Austrália.<br />
<u>Porte:</u> Até 10 metros de altura.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira sarmentosa, lenhosa, muito vigorosa, pouco exigente quanto ao solo, de pleno sol. Prefere clima ameno. Quando jovem cobre muros com perfeição, mas com a idade<br />
seus caules engrossam e fica bem difícil de ser retirada do muro<br />
As podas constantes evitam esse inconveniente e mantém a planta sempre jovem. A planta é de natureza herbácea na juventude e lenhosa na fase adulta. É tóxica.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia da ponta dos ramos.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2lagrima_cristo.jpg" alt="" width="224" height="224" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u> <b><i>Clerodendron thomsonae</i></b><br />
<u>Nome popular</u>: Lágrima de Cristo.<br />
<u>Família:</u> Verbenaceae<br />
<u>Origem:</u> África<br />
<u>Porte:</u> Até 4 metros.<br />
<u>Flores: </u>Primavera-Verão.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira volúvel, semi-herbácea,  de meia-sombra. Deve ser plantada em locais protegidos de geadas e correntes de ventos. Prefere solo arenoso e rico em matéria orgânica. É utilizada enrolada em suportes como vigamento de varandas, cercas e grades. É uma trepadeira de crescimento muito rápido, principalmente nas estações mais quentes, podendo chegar a crescer cerca de 10 cm por dia. Muito decorativa para grades e treliças.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia da ponta dos ramos.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2_trep_afric.jpg" alt="" width="288" height="215" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Senecio mikanioides</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Trepadeira Africana, hera africana.<br />
<u>Família:</u> Asteraceae.<br />
<u>Origem</u>: África do Sul.<br />
<u>Porte: </u>Até 8 metros.<br />
<u>Flores:</u> Quase o ano todo.<br />
<u>Características</u>: Trepadeira cipó, semi-herbácea de folhas perenes, cultivada à sol pleno ou meia-sombra. Tolera baixas temperaturas, podendo ser plantada sem medo em Curitiba. Flores amarelas reunidas em buquês muito vistosos atraem borboletas e abelhas. Serve para floreiras pendente, grades ou alambrados, necessita de amarrilhos para sua condução na vertical.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas após a floração.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2dipladenia.jpg" alt="" width="294" height="221" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:<br />
</u><b><i>Dipladenia hybrida</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Jalapa-do-campo, Rosa-do-campo, Diplademia.<br />
<u>Origem:</u> América tropical.<br />
<u>Flores:</u> Primavera-Verão.<u>Características:</u> Trepadeira volúvel pouco difundida em nosso meio. Prefere clima quente e úmido, mas pode ser plantada em Curitiba. No inverno a planta entra em dormência, quando deve ser podada, voltando ao desenvolvimento com o  início das temperaturas mais altas na primavera. Floresce desde muito jovem. É boa para enrolar-se em treliças ou estruturas. Apresenta crescimento acelerado em locais com altas temperaturas e nos dias mais secos, deve ser pulverizada com água e muito bem regada.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas da raiz, a uma temperatura de 25 graus.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2hedera_helix.jpg" alt="" width="210" height="210" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u> <b><i>Hedera helix</i></b><br />
<u>Nome popular</u>: Hera-inglesa<br />
<u>Família:</u> Araliaceae<br />
<u>Origem:</u> África, Ásia e Europa.<br />
<u>Porte:</u> Até 6 metros.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira sarmentosa semi-lenhosa, que possui diversas variedades de folhas mais ou menos recortadas. Pode ser cultivada em vasos pendente, em forração de solo e no revestimento de muros e paredes, preferencialmente à meia-sombra. Prefere clima ameno e solo arenoso e possui folhas perenes.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta de ramos quase o ano todo.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2hera_varieg.jpg" alt="" width="205" height="188" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Hedera variegata </i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Hera variegada<br />
<u>Família:</u> Araliaceae.<br />
<u>Origem</u>: África.<br />
<u>Porte: </u>Até 5 metros.<br />
<u>Características</u>: Trepadeira sarmentosa semi-lenhosa de folhas perenes, cultivada preferencialmente à sol pleno. Tolera baixas temperaturas e presta-se para forrações de solo, muros e paredes, ou em vasos pendentes. Pouco exigente em nutrientes no solo (prefere textura arenosa) e tratos culturais.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas no outono.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2pandorea.jpg" alt="" width="208" height="225" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:<br />
</u><b><i>Podranea ricasoliana</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Sete léguas.<br />
<u>Família:</u> Bignoniaceae<br />
<u>Origem:</u> Austrália<br />
<u>Porte:</u> Até 10 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Ano todo, mas principalmente Primavera-Verão.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira muito vigorosa, semi-lenhosa, de folhas perenes, cultivada a pleno sol. Reveste cercas, grades e caramanchões. Sofre bastante com as geadas.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas cortadas no fim do inverno.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2campsis.jpg" alt="" width="209" height="199" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico</u>: <b><i>Campsis grandiflora</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Trombeta da China<br />
<u>Família: </u>Bignoniaceae<br />
<u>Origem: </u>China e Japão<br />
<u>Porte: </u>Até 10 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Verão-Outono.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira cipó semi-lenhosa, usa como suporte cercas, muros, paredes e pórticos. É resistente à geadas.Desenvolve-se à pleno sol.<br />
<u>Propagação</u>: Por sementes ou estacas.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2bela_emilia.jpg" alt="" width="234" height="175" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Plumbago capensis </i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Bela-Emília<br />
<u>Família:</u> Plumbaginaceae.<br />
<u>Origem</u>: África.<br />
<u>Porte: </u>Até 2,5 metros.<br />
Flores: quase o ano todo.<u>Características</u>: Arbusto escandente e semi-lenhoso, educado como trepadeira, ideal para coroar muros ou para grandes jardineiras pendentes. Prefere clima quente e úmido e solo arenoso e rico em matéria orgânica. Exige podas anuais de renovação e é de sol pleno em locais de clima frio e meia-sombra em regiões mais quentes.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas no verão.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2flor_cera.jpg" alt="" width="228" height="256" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Hoya carnosa</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Flor de cera<br />
<u>Família:</u> Asclepiadaceae<br />
<u>Origem:</u> Austrália e China.<br />
<u>Porte: </u>Até 5 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Primavera-Verão.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira volúvel, semi-herbácea, de crescimento pouco ramificado, à meia-sombra. Pode ser cultivada em vasos, subindo por estruturas (cercas, pergolados, treliças, etc). Necessita cuidados para suportar temperaturas baixas.<br />
<u>Propagação: </u>Por estacas formadas ao fim do inverno.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2jasmim_amarelo.jpg" alt="" width="227" height="229" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Jasminum mesnyi</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Jasmim-amarelo.<br />
<u>Família:</u> Oleaceae.<br />
<u>Origem:</u> China.<br />
<u>Porte: </u>Até 3 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Da Primavera ao outono.<br />
<u>Características:</u> Arbusto escandente semi-herbáceo, de ramos longos e pendentes. A floração ocorre ao longo da ramagem, na cor amarela. Oferece ramagem muito densa e por isso pode ser cultivada como cerca-viva podada ou ao natural, com os galhos pendentes, sempre a pleno-sol. As podas devem ser feitas no período de declínio da floração, ao fim do outono.<br />
<u>Propagação: </u>Por estacas formadas no outono-inverno.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2cipo_saojoao.jpg" alt="" width="226" height="199" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Pyrostegia venusta</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Cipó-de-são-joão, Flor-de-são-joão.<br />
<u>Família:</u> Bignoniaceae.<br />
<u>Origem:</u> Brasil.<br />
<u>Porte</u>: Até 10 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Inverno-primavera.<br />
<u>Características:</u> trepadeira sarmentosa, semi-lenhosa e de sol-pleno. É uma planta rústica e muito vigorosa. Apresenta ramagem bem densa e é muito comum cobrindo barrancos e pendurada em árvores, de modo espontâneo, com sua florada vistosa, principalmente durante os meses de inverno. Vai muito bem em Curitiba. Existe a variedade de flores amarelas, embora a alaranjada seja bem mais comum.<br />
<u>Propagação: </u>Por sementes ou estacas formadas logo após a florada. Não é uma das plantas mais fáceis para a obtenção de mudas através de estacas</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2florib.jpg" alt="" width="237" height="154" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Wisteria floribunda</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Glicínia.<br />
<u>Família:</u> Faboideae.<br />
<u>Origem:</u> Japão.<br />
<u>Flores:</u> Outono-inverno.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira volúvel de folhas caducas e que floresce logo após a queda da folhagem. As flores são nas cores azul-violeta, podendo ainda ocorrer variedades com as flores róseas e brancas. Devido a formação das flores em cachos, é perfeita para uso em pergolados e caramanchões, com as flores em pendentes. Prefere clima ameno ou frio onde a floração é mais intensa.<br />
<u>Propagação: </u>Por estacas de ramos, sementes ou alporquia.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="250" height="19"><img decoding="async" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/2tumbergia.jpg" alt="" width="165" height="248" border="0" /></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="293" height="11"><u>Nome científico:</u><b><i> Thumbergia mysorensis</i></b><br />
<u>Nome popular:</u> Sapatinho-de-judia<br />
<u>Família:</u> Acanthaceae<br />
<u>Origem:</u> Índia<br />
<u>Porte:</u> Até 10 metros de comprimento de rama.<br />
<u>Flores:</u>  Primavera-verão.<br />
<u>Características:</u> Trepadeira volúvel semi-lenhosa. Ideal para cobertura de caramanchões e pergolados, onde fica pendente com seus ramos longos, e produz um excelente efeito ornamental com sua florada. Mais indicada para cultivo em locais de clima quente e úmido. Pode ser cultivada em meia-sombra, mas floresce com mais vigor em sol-pleno.Essa planta não aceita bem as podas, embora seja razoavelmente rústica, ou seja, não necessita de grandes tratos culturais. O solo deve ser rico em matéria orgânica e ligeiramente arenoso.<u><br />
Propagação</u>: Multiplica-se por estacas retiradas após a floração e colocadas para enraizar em substrato, em local protegido.</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="12"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table id="table26" style="height: 222px;" border="0" width="491" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="264" height="1"><a href="http://www.operagarden.com.br" target="_blank"><img decoding="async" class="" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/04/logo-aprovado-1024x1024.png" alt="" width="196" height="196" /></a></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="223" height="1">
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</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Orquídeas</title>
		<link>https://artevegetal.com.br/orquideas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 13:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[comuns]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[espé]]></category>
		<category><![CDATA[espécies]]></category>
		<category><![CDATA[orquídeas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As orquídeas estão espalhadas por todo o globo terrestre, desde o Ártico até os Trópicos. É nas regiões mais quentes em que é encontrada em maior abundância e variedade de cores e formas. Em relação à altitude, podem ser encontradas desde o nível do mar até as regiões mais altas, como no Himalaia que está [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As orquídeas </strong>estão espalhadas por todo o globo terrestre, desde o Ártico até os Trópicos. É nas regiões mais quentes em que é encontrada em maior abundância e variedade de cores e formas. Em relação à altitude, podem ser encontradas desde o nível do mar até as regiões mais altas, como no Himalaia que está a 3.000 metros de altitude. Mas são mais freqüentes entre os 500 e 2000 metros.<br />
Nessa ampla distribuição geográfica, podemos encontrar espécies mais restritas a um determinado ambiente e ainda espécies que se desenvolvem em diferentes habitats. Assim podemos encontrar orquídeas em lodaçais e prados úmidos, florestas sombrias,dunas, manguesais, subsolos, árvores, prados e relvados secos.<br />
Como você deve ter observado, as orquídeas não crescem apenas sobre as árvores, portanto quando formos cultivar orquídeas, devemos sempre tentar reproduzir o seu habitat natural para uma melhor adaptação.</p>
<table width="90%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="541">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="541"><strong>CUIDADOS E PLANTIO:<br />
1. <u>Luminosidade</u>:</strong> a luz é importante para as orquídeas, no entanto deve-se evitar expô-las diretamente ao sol, elas preferem lugares sombreados.<br />
<strong>2. <u>Solo</u>: </strong>é importante um solo adubado, no entanto não é recomendável adubo em excesso o que pode matar a planta. O melhor substrato para as orquídeas ainda são as fibras de xaxim. Nas regiões norte e nordeste encontramos a fibra de coco, que também pode ser usada.<br />
<strong>3. <u>Água</u>:</strong>  A rega é importante desde que não seja em excesso, melhor faltar água do que regar muito.<br />
<strong>4. <u>Temperatura</u>: </strong>a temperatura ideal fica entre 25ºC e 30ºC. Por períodos mais curtos a planta suporta temperaturas entre 10ºC e 40ºC. Deve-se evitar expor as orquídeas ao vento forte.<br />
<strong>5. <u>Vasos</u>: </strong> os vasos devem permitir uma boa drenagem. Normalmente usa-se vasos de cerâmica que são mais porosos. Podem ser de plástico para as plantas que gostam mais de umidade, ou ainda podem ser de madeira. Os vasos devem ser pequenos e preenchidos até cerca de 1/3 com cacos de cerâmica, permitindo um bom escoamento da água.<br />
<strong>6.<u> Replantio</u>:</strong> é recomendável trocar a planta de vaso a cada dois anos para renovar o substrato e diminuir a acidez que é natural. A melhor época é quando a orquídea está em repouso &#8211; logo após a floração.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="541"><strong><u>REPRODUÇÃO DAS ORQUÍDEAS:<br />
1. Processo Simbiótico:</u></strong>  natural, feito pela natureza, por sementes. No dia seguinte à fecundação, a flor se fecha e começa o intumescimento do seu ovário. Ali forma-se uma cápsula portadora de 300 a 500.000 sementes minúsculas. Essa cápsula leva em média um ano para crescer e amadurecer, quando se abre, e as sementes são espalhadas pelo vento. Somente germinarão as sementes cujos embriões forem atacados por um fungo chamado Micoriza, que produz alimento e açúcares para as pequenas plantas brotarem.<strong><u>2.Processo Assimbiótico:</u></strong> em laboratório, por sementes. O norte- americano Lewis Knudson quem descobriu a cultura assimbiótica (1922). Produziu em laboratório, com uma simples fórmula, os mesmos efeitos que o fungo causa nas sementes, provocando sua germinação.<strong><u>3. Processo Meristemático:</u></strong> divisão celular. Aqui o processo de reprodução exige muito cuidado e é feita em laboratório, a partir de tecido da planta, o meristema.</p>
<p><strong><u>4. Reprodução por mudas: </u></strong>corta-se o rizoma (caule da orquídea), em 3 ou 4 pseudo-bulbos, obtendo-se as mudas. Ainda pode-se fazer estaquia com pedaços de pseudo-bulbos ou pedaços de hastes florais. Amarram-se as mudas dessas orquídeas com tiras de tecido de algodão ou barbante em troncos ou galhos, até que a planta se fixe com suas próprias raízes.Outra opção é prender a planta em placas ou colunas de xaxim.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="535">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3_blc_luck_strike.jpg" alt="" width="245" height="183" border="0" /></td>
<td width="281"><strong>X BLC &#8220;Luck Strike&#8221;</strong></p>
<p>Planta herbácea, geralmente epífitas, de flores vistosas, principalmente as do gênero <em><strong>Laelia</strong></em>e<strong><em> Cattleya</em></strong>, que são preferidas para hibridação bi e trigenerica, pela facilidade de cruzamento, mesmo entre gêneros díspares. Os híbridos recebem nomes fantasia, precedidos das iniciais dos nomes dos gêneros cruzados, geralmente registrados na American Orchid Society. Ao lado temos um hibrido obtido por cruzamento de espécies do gênero Brassavola, Laelia e Cattleya, abreviadamente BLC. Híbrido rizomatoso, robusto, com pseudobulbo alongado, entumescido, com uma folha.</p>
<p>Inflorescência no ápice do pseudobulbo, protegida no início por uma espata</p>
<p>Cultivada em vasos preenchidos com fibra de xaxim, mantidos em estufas.</p>
<p>Multiplica-se por mudas que são obtidas através da divisão da planta.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/orquidea.jpg" alt="" width="247" height="186" border="0" /></td>
<td width="281"><em><strong>Laelia purpurata </strong></em><br />
<u>Nome popular</u>: Lélia, laélia, orquídea.<br />
<u>Família:</u> Orquidaceae<br />
<u>Origem:</u> Brasil, América do sul.<br />
<u>Flores:</u> Verão.<br />
<u>Características:</u> Herbácea epífita de floração muito ornamental. É composta de pseudo-bulbos de 20 cm de altura contendo uma única folha coriácea e oblonga. É uma das mais tradicionais e características orquídeas brasileiras, sendo encontrada no litoral do sudeste e sul do país. Deve ser cultivada em locais semi-sombreados, fixada em troncos ou árvores ou ainda em vasos. Nesse caso o solo deve ser de xaxim ou outro bem drenado.<br />
<u>Propagação:</u> Por divisão dos pseudo-bulbos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/orquidea_catleia.jpg" alt="" width="209" height="209" border="0" /></td>
<td width="281"><em><strong>Cattleya sp</strong></em><br />
<u>Nome popular</u>: catléia híbrida<br />
<u>Família:</u> Orquidaceae<br />
<u>Origem:</u> Brasil, América do sul.<br />
<u>Porte: </u>médio a grande; as inflorescências com três a cinco flores atingem até 20 cm de diâmetro.<u><br />
Flores:</u> fevereiro/março<br />
<u>Características:</u> Pseudobulbos portando uma única folha. Flores com labelo largamente aberto e encrespado, com parte central púrpura-arroxeada brilhante, passando para estrias púrpuras e fauce amarela. Tem perfume intenso e lindas variedades.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes, ou divisão de rizomas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3phalaenopsis.jpg" alt="" width="245" height="187" border="0" /></td>
<td width="281"><em><strong>Phalaenopsis hybrido</strong></em><br />
<u>Nome popular</u>: falaenópsis<br />
<u>Família:</u> Orquidaceae<br />
<u>Origem:</u> Ásia tropical.<u><br />
Flores:</u> quase o ano todo.<br />
<u>Características:</u> Herbácea epífita característica de meia-sombra em locais bem úmidos. O solo deve ser bem drenado ou de xaxim. Esse gênero apresenta diversos híbridos nas mais variadas cores, mas todos eles irão exigir umidade do ar alta. Nos dias mais secos elas sofrem bastante com a pouca umidade, sendo necessário borrifar as plantas quando cultivadas em interiores. Junto a outras plantas em locais semi-sombreados, suas chances são bem maiores.<br />
<u>Propagação:</u> por estaquia de folhas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/dendrobio2.jpg" alt="" width="234" height="182" border="0" /></td>
<td width="281"><strong><em>Dendrobium hibrido</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Dendróbio.<br />
<u>Família</u>:Orquidaceae<br />
<u>Origem:</u> Oriente<br />
<u>Porte:</u> Herbácea epífita (que se prende a uma árvore ou estrutura para sua sustentação).<br />
<u>Flores: </u>Inverno-Primavera.<br />
<u>Características:</u> Grande grupo de híbridos cultivados à meia-sombra em locais de clima quente. Nos períodos ou locais mais frios deve ser cultivada à pleno sol. Solo preferido é o de xaxim. É planta perene.<br />
<u>Propagação: </u>Por divisão de rizomas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3paphiopedilum_insigne.jpg" alt="" width="247" height="198" border="0" /></td>
<td width="281"><strong><em>Paphiopedilum insigne</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Pafiopedilo, sapatinho-de-vênus.<br />
<u>Família</u>:Orquidaceae<br />
<u>Origem:</u> Oriente<br />
<u>Porte:</u> Herbácea epífita perene.<br />
<u>Flores:</u>  outono-inverno.<br />
<u>Características:</u> deve ser cultivada em meia-sombra e protegida dos ventos, em regiões de clima quente e úmido. Suas flores são extremamente duráveis e como planta de interior deve receber luminosidade natural e ser cultivada em vasos de barro com substrato de xaxim ou fibra de coco.<br />
<u>Propagação: </u>Por divisão dos pseudo-bulbos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3_cimbidio.jpg" alt="" width="241" height="158" border="0" /></td>
<td width="281"><strong>Cymbidium x hybridum</strong></p>
<p>Nome Popular: Cimbídio</p>
<p>Grupo numeroso de orquideas epifitas, rizomatosas, originária da Asia Tropical e Temperada, abrangendo inumeras formas hibridadas resultante de trabalhos hortícolas de melhoramento. Pseudobulbos ovóides, com folhas coriáceas.</p>
<p>Inflorescência formada a partir da base, ereta, longa, com flores numerosas em cores variadas e inúmeras tonalidades, formadas principalmente durante a estação da primavera.</p>
<p>Cultivada em vasos preenchidos com fibra de xaxim ou terra orgânica leve, bem como pra produção de flor-de-corte, sob telados ou proteção de estufas. Desenvolve-se mehor em regiões de altitude de temperaturas amenas.</p>
<p>Multiplica-se por divisão da planta, com a muda acompanhada de dois ou mais pseudobulbos, evitando prejudicar tanto quanto possível as raízes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3_oncidium.jpg" alt="" width="250" height="375" border="0" /></td>
<td width="281"><strong>Oncidium varicosum</strong></p>
<p>Nome Popular: chuva-de-ouro, oncídio</p>
<p>Herbácea epífita, rizomatosa, com pseudobulbos ovalado-alongados, um tanto achatados, de florescimento vistoso, nativa do Brasil. Geralmente duas folhas por pseudobulbo, longas e coriáceas.</p>
<p>Inflorescência ereta, grande, ramificada, com flores numerosas, delicadas, amarelas, formadas no outono. Há a variedade hortícola (cultivar) “Rogersii” com inflorescência e flores maiores.</p>
<p>Cultivada em vasos com substrato fibroso de xaxim ou em placas do mesmo material, podendo ser afixadas em troncos e tocos de árvores que tenham casca espessa. Cultivos internos visam a obtenção de flor-de-corte para composição de arranjos florais e buquês de noivas.</p>
<p>Multiplica-se por sementes em laboratório com técnica apropriada e no cultivo doméstico podemos faze-la através da divisão de plantas adultas.</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="535"></td>
</tr>
<tr>
<td width="254"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/3_vanda_coeruela.jpg" alt="" width="247" height="187" border="0" /></td>
<td width="281">
<h1></h1>
<p><strong>Vanda coreulea</strong></p>
<p>Nome popular: Vanda</p>
<p>O gênero Vanda abrange numerosas espécies de orquídeas epífitas, ascendentes, de crescimento indefinido, com hastes robustas, enfolhadas na extremidade, originárias principalmente da Ásia. Destas foram obtidos vários híbridos largamente cultivados em todo o mundo. Folhas coriáceas, dispostas em duas fileiras.</p>
<p>Inflorescência axilar, ereta, disposta acima das folhas, com flores grandes e muito vistosas, apresentadas em cores variadas, destacando-se as azuis de V. coeculea e rosa arroxeada de V. sanderiana.</p>
<p>Cultivada em vasos com fibras de xaxim, bem como em substrato composto rico em húmus, sob telado ou estufa. Cultivada também para flor-de-corte</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table id="table23" border="0" width="544" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="1"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table id="table26" style="height: 222px;" border="0" width="491" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="264" height="1"><a href="http://www.operagarden.com.br" target="_blank"><img decoding="async" class="" src="http://www.artevegetal.com.br/wp-content/uploads/2016/04/logo-aprovado-1024x1024.png" alt="" width="196" height="196" /></a></td>
<td class="texto" valign="top" bgcolor="#f8f8e0" width="223" height="1">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>Procurando Orquídeas em Curitiba?<br />
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Arbustos</title>
		<link>https://artevegetal.com.br/arbustos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Vegetal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 13:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Arbustos]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São plantas que possuem um porte menor que o das árvores, não ultrapassando os 3 metros de altura.  A estrutura lenhosa ou semi-lenhosa, de galhos encorpados e rijos, por vezes é semelhante a das árvores, mas além do porte os arbustos diferenciam-se por apresentarem , muitas vezes vários troncos iguais, sem haver um dominante como nas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table width="591">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="591"><strong>São plantas que possuem um porte menor que o das árvores, não ultrapassando os 3 metros de altura.  A estrutura lenhosa ou semi-lenhosa, de galhos encorpados e rijos, por vezes é semelhante a das árvores, mas além do porte os arbustos diferenciam-se por apresentarem , muitas vezes vários troncos iguais, sem haver um dominante como nas árvores.</strong><strong>         Algumas trepadeiras também são arbustos, seus troncos flexíveis necessitam suporte para ganhar altura. São os chamados arbustos escandentes. Na verdade os arbustos podem ter estrutura lenhosa, semi-lenhosa ou herbácea.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/buxus_bol.jpg" alt="" width="237" height="237" border="0" /></td>
<td style="text-align: center;" width="267"><em><u>Nome científico</u>: </em><strong><em>Buxus Sempervirens</em></strong><em><br />
</em><u>Nome popular:</u> buxinho<br />
<u>Família:</u> buxaceae<br />
<u>Origem</u>: Mediterrâneo, Oriente e China<br />
<u>Porte:</u> 2 a 5 metros<br />
<u>Características</u>: Arbusto provido de textura lenhosa, de crescimento lento, de folhagem coriácea e perene. Utilizado com frequencia como planta para bordadura de jardins, muros, em topiária ou não. Mantida sempre podada, proporciona um belíssimo efeito ornamental.<br />
<u>Propagação:</u> por estacas obtidas do ponteiro, cortadas no final do inverno.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/cheflera_variegada.jpg" alt="" width="261" height="186" border="0" /></td>
<td width="267"><em><u>Nome científico:</u><strong>Schefflera arboricola &#8216;Variegata&#8217;</strong><br />
</em><u>Nome popular:</u> Cheflera-pequena.<br />
<u>Família:</u> Euphorbiaceae<br />
<u>Origem</u>: Taiwan.<br />
<u>Porte:</u> 3 a 5 metros.<br />
<u>Flores:</u> inflorescências nas cores branco-creme na primavera-verão. Frutos alaranjados em ramos que atraem pássaros.<br />
<u>Características</u>: Arbusto semi-lenhoso para formação de renques ou planta isolada. É muito usada em vasos em ambientes internos à meia-sombra. Existe a espécie em folhas verdes sem variegação, que pode ser cultivada também a pleno-sol.<br />
<u>Propagação:</u> por estacas e por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/malvaviscu.jpg" alt="" width="175" height="225" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Malvaviscus arboreus</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u>  Hibisco-colibri, Malvavisco.<br />
<u>Família</u><u>:</u> Malvaceae.<br />
<u>Origem</u><u>:</u> América do Sul e México.<br />
<u>Porte:</u> até 4 metros.<br />
<u>Flores</u>: As flores permanecem fechadas.Quase o ano todo.<br />
<u>Características</u>: Arbusto lenhoso e de sol pleno, muito utilizado em grupos, formando renques ou em cercas vivas. Desenvolve-se bem em clima tropical e as são muito apreciados por beija-flores que são atraídos pelo doce néctar de suas flores. Aceita bem a poda, muito comum em casos de cerca viva. É planta rústica, exigindo poucos tratos culturais.<br />
<u>Propagação</u>: por estaquia de galhos, reproduz-se facilmente.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/palmeira_rhapis.jpg" alt="" width="282" height="193" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <em><strong>Rhapis excelsa</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Palmeira-rapis,<br />
<u>Família:</u> Palmaceae.<br />
<u>Origem:</u>  China.<br />
<u>Porte</u><u>:</u> até 4 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Verão.<br />
<u>Características</u><u>:</u> Palmeira entouceirada de folhagem muito ornamental e muito utilizada em vasos ou grupos à meia-sombra. Suas flores possuem importância secundária. Existe a forma variegada de folhas mais claras e mescladas. Prefere clima ameno.<br />
<u>Propagação:</u> principalmente por divisão de touceira.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/costela_de_adao.jpg" alt="" width="188" height="288" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <em><strong>Monstera deliciosa</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Costela-de-adão, monstera.<br />
<u>Família:</u> Araceae.<br />
<u>Origem:</u> México.<br />
<u>Porte</u><u>:</u> até 3 metros de altura.<br />
<u>Características</u><u>:</u> Arbusto escandente semi-herbáceo e de meia-sombra, cultivado normalmente como espécie isolada junto a muros ou paredes para seu apoio. Prefere clima quente e úmido das regiões tropicais. Produz frutos  no verão.<br />
<u>Propagação:</u> por estaquia na divisão do caule.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/hortensia.jpg" alt="" width="240" height="158" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <em><strong>Hydrangea macrophilla</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Hortênsia, Rosa do Japão.<br />
<u>Família: </u>Saxifragaceae<br />
<u>Origem:</u> Ásia, China e Índia.<br />
<u>Porte</u><u>:</u> até 2 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> primavera-verão.<u>Características</u><u>:</u> Arbusto lenhoso que desenvolve bem em regiões de clima ameno, a pleno sol ou meia-sombra. Utiliza-se como cerca viva ou conjunto. Uma poda no outono-inverno fortalece a planta para a nova florada.<br />
<u>Propagação:</u> por estaquia de ponta de ramos podados no outono-inverno e cultivados em local protegido até enraizar.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/grevilea.jpg" alt="" width="260" height="184" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico: </u><strong><em>Grevillea banksii</em></strong><br />
<u>Nome popular: </u>Grevílea, Grevílea anã.<br />
<u>Família</u><u>:</u> Proteaceae<br />
<u>Origem</u><u>:</u> Oceania<br />
<u>Porte:</u> até 3 metros.<br />
<u>Flores</u>: Quase o ano todo.<br />
<u>Características</u>: Arbusto de sol pleno. Pode ser usado como cerca viva, em conjunto ou como espécie isolada. Prefere clima ameno.<br />
<u>Propagação</u>: por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/areca_bambu.jpg" alt="" width="161" height="226" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <em><strong>Chrysalidocarpus lutescens</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Areca-bambú.<br />
<u>Família:</u> Palmaceae.<br />
<u>Origem:</u> África, Madagascar.<br />
<u>Porte</u><u>:</u> até 8 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> primavera.<br />
<u>Características</u><u>:</u> Palmeira entouceirada muito bem aclimatada no Brasil e cultivada em vasos, isoladamente ou em conjuntos a meia-sombra. Prefere clima tropical.<br />
<u>Propagação:</u> por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/nerium_oleander.jpg" alt="" width="324" height="198" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <em><strong>Nerium oleander</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Oleandro, Espirradeira.<br />
<u>Família:</u> Apocinaceae<br />
<u>Origem:</u> Europa<br />
<u>Porte: </u>Arbusto lenhoso de até 6 metros de altura.<br />
<u>Características: </u>Flores róseas ou brancas na primavera e verão. É planta tóxica, portanto deve-se evitar a proximidade com animais, crianças e pessoas alérgicas. Desenvolve-se bem a pleno sol. Pode ser utilizado isolado em pequenos jardins ou em conjunto em lugares mais amplos. A florada é muito atraente.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta de ramos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/hibisco_hibrido.jpg" alt="" width="128" height="170" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Hibiscus rosa-sinensis</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Hibisco, mimo de vênus, Papoula.<br />
<u>Família:</u> Malvaceae.<br />
<u>Origem: </u>Ásia tropical.<br />
<u>Porte:</u> Arbusto lenhoso de 3 a 5 metros de altura que possui diversos híbridos de flores simples ou dobradas, em cores variadas. Algumas variedades possuem folhas variegadas (mescladas).<u>Características:</u> Apesar de planta tropical. As espécies híbridas são um pouco mais sensíveis ao frio, mas com certos cuidados não precisamos nos privar de sua beleza tropical, podem ser cultivadas no sul do país. A flor é pouco durável, sua vida é de cerca de um ou dois dias, mas o arbusto costuma florescer abundantemente. Resiste bem a podas.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos, multiplica-se muito facilmente.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ft-caliandra.jpg" alt="" width="267" height="174" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Calliandra brevipes</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Esponjinha<br />
<u>Família:</u> Leguminosa-Mimosoideae<br />
<u>Origem: </u>América do Sul<br />
<u>Porte: </u>Até 2 metros de altura.<br />
<u>Características: </u>Arbusto lenhoso que se presta à poda de formato, cerca viva e pode ser usado em maciço ou isolado, ao natural. Floresce principalmente na primavera-verão. Existem as espécies e variedades de cor vermelha e branca   (<strong><em>Calliandra tweedii</em></strong>,<em><strong>inaequilatera</strong></em> e outras).<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos ou sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/gardenia_jasminoide.jpg" alt="" width="234" height="318" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Gardenia jasminoides</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Gardênia, Jasmim do Cabo.<br />
<u>Família:</u> Rubiaceae<br />
<u>Origem:</u> China<br />
<u>Porte:</u>  Até dois metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Primavera-verão, na cor branca (simples ou dobradas).<br />
<u>Características:</u> Arbusto semi-lenhoso de flores muito perfumadas. Pode ser cultivado em renques ou como planta isolada, à meia-sombra. Prefere clima ameno.<br />
<u>Propagação: </u>Por estacas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/abelia_det.jpg" alt="" width="189" height="227" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Abelia x grandiflora</em></strong><br />
<u>Nome popular</u>: Abélia.<br />
<u>Família:</u> Caprifoliaceae<br />
<u>Origem:</u> China<br />
<u>Porte:</u> Até 4 metros de altura<br />
<u>Flores:</u> verão-outono<br />
<u>Características: </u>Arbusto semi-lenhoso muito ramificado, de pleno sol ou meia-sombra, aclimatado ao sul do Brasil. Cultivado em renques (como cerca viva podada ou não) ou isolado.<br />
<u>Propagação:</u> Por estacas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/cyca_revoluta.jpg" alt="" width="221" height="209" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Cycas revoluta</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Sagu, Cica<br />
<u>Família:</u> Cycadaceae<br />
<u>Origem:</u> Ásia<br />
<u>Porte:</u> Até 3 metros de altura.<br />
<u>Características:</u> Arbusto dióico (com flores masculinas ou femininas), semi-lenhoso, de folhas rijas e crescimento muito lento. Cultivado isolado ou em grupos à pleno sol ou meia-sombra. É planta bem aclimatada ao Brasil e sua cultura requer poucos tratos culturais. Seu crescimento é muito lento e sua durabilidade é grande, podendo viver alguns séculos. Tolera geadas.<br />
<u>Propagação</u>: Principalmente por filhotes que surgem junto à planta mãe.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/cycas_circinalis_pq.jpg" alt="" width="214" height="282" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Cycas circinalis</em></strong><br />
<u>Nome popular</u>: Cica<br />
<u>Família:</u> Cycadaceae<br />
<u>Origem:</u> Filipinas, Madagascar e África tropical.<br />
<u>Porte:</u> Até 3  metros.<br />
<u>Características:</u> Arbusto dióico, semi-lenhoso, muito semelhante à <em><strong>Cycas revoluta</strong></em>(acima), a diferença principal está nas folhas que são macias e suavemente curvadas nas extremidades, já  as da espécie revoluta são duras e pontiagudas. O crescimento também é muito lento e a planta tem uma vida muito longa.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/senna_bicapsularis1.jpg" alt="" width="284" height="343" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Senna bicapsularis</em></strong><br />
<u>Nome popular</u>: Aleluia, pau-de-cachimbo.<br />
<u>Família:</u> Caesalpinoideae.<br />
<u>Origem:</u> Brasil.<br />
<u>Porte:</u> Até 4  metros.<br />
<u>Flores:</u> Primavera-verão.<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso de ramagem densa muito utilizado em renques, conjuntos ou formando cerca viva à pleno-sol, em várias regiões do país. Produz uma floração amarela muito intensa e ornamental, desenvolvendo vagens com mucilagem interna  muito apreciadas por pássaros. É bem tolerante a solos úmidos o que permite seu cultivo em margens de tanques, riachos, etc. Exige poucos tratos culturais.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes colhidas após a floração.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/camelia_branca.jpg" alt="" width="200" height="225" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Camellia japonica</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Camélia<br />
<u>Família:</u> Theaceae<br />
<u>Origem: </u>Ásia<br />
<u>Porte:</u> Até 6 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Outono-inverno em várias cores e formatos (simples ou dobrados). Existem vários híbridos.<br />
<u>Características:</u> Grupo muito variado de arbustos de grande porte, lenhosos, de pleno sol ou mei-sombra e crescimento lento. Cultivado como planta isolada ou em grupos, aceita poda de formato. Para obter-se uma florada mais intensa, aplicar sulfato de ferro ou de alumínio ao fim do verão. Própria para cultivo no Sul do Brasil.<br />
Propagação: Por alporque ou estacas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/dracena-tricolor.jpg" alt="" width="180" height="202" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Dracaena marginata</em>&#8216;Tricolor&#8217;</strong><br />
<u>Nome popular:</u> Dracena-tricolor, dracena-de-madagascar.<br />
<u>Família:</u> Liliaceae.<br />
<u>Origem</u>: Madagascar.<br />
<u>Porte:</u> Até 4 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Sem importância ornamental.<br />
<u>Características:</u> Arbusto perene de folhagens muito ornamentais e coloridas. As folhas são estreitas e compridas, apresentando margens coloridas que variam entre as cores verdes, cremes e avermelhadas. Na fase adulta os troncos vão se tornando volumosos, mas podem ser cultivados conduzidos, para que seus troncos fiquem tortos e a planta ganhe aspecto escultórico. Podem ser cultivadas em vasos, ou em conjuntos a pleno-sol e em locais de clima quente e úmido, preferencialmente.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta dos galhos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ixora.jpg" alt="" width="320" height="240" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico</u>: <em><strong>Ixora coccinea</strong></em><br />
<u>Nome popular:</u> Ixora, Ixora coral.<br />
<u>Família:</u> Rubiaceae<br />
<u>Origem:</u> Índia<br />
<u>Porte:</u> Até 2 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Verão-Outono.<br />
<u>Características: </u>Arbusto lenhoso de pouca ramificação e florescimento intenso. Desenvolve-se à pleno sol ou meia-sombra e prefere clima quente e úmido. As flores são alaranjadas, amarelas ou rosas e atraem muitos pássaros e borboletas.Pode ser cultivada em grupos ou renques.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de galhos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/duranta_repens.jpg" alt="" width="259" height="203" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico</u>:  <strong><em>Duranta repens</em></strong> <strong>&#8216;Aurea&#8217;</strong><br />
<u>Nome popular:</u> Pingo de ouro, Violeteira.<br />
<u>Família</u>: Verbenaceae<br />
<u>Origem:</u> Brasil, América do Sul, central e Norte.<br />
<u>Porte:</u> 1 a 1,5 metro de altura.<br />
<u>Flores:</u> produz pequenas flores de cor violeta ou brancas, formadas na primavera-verão. As flores não têm grande importância ornamental.<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso de ramagem densa amarelo-esverdeada, que fica com cor mais exuberante se exposto à sol-pleno. Produz pequenos frutos amarelos no outono,  que atraem os pássaros. Utilizado em bordaduras renques e cercas vivas. Prefere clima quente e úmido mas é muito utilizado no sul do Brasil. Tipo de solo é o rico em matéria orgânica, ou seja, bem adubado. Suporta solos mais secos e regas semanais.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta de ramos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/rhododendron_simsii.jpg" alt="" width="165" height="220" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Rhododendron x simsii</em></strong><br />
<u>Nome popular: </u>Azaléia<br />
<u>Família:</u> Ericaceae<br />
<u>Origem:</u> China e Japão<br />
<u>Porte:</u> Até 2 metros de altura.<br />
<u>Flores: </u>Outono-inverno<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso pertencente à extenso grupo de híbridos com cores e formas diversas, em flores simples ou dobradas. As folhas são semi-decíduas no inverno. Podem ser cultivadas à pleno-sol ou meia-sombra, em bordaduras de beira de caminhos, em grupos, renques ou como espécie isolada. Existem atualmente variedades anãs, próprias para o cultivo em vasos. As variedades comuns também podem ser cultivadas em vasos no interior, mas dificilmente florescem novamente se não forem levadas ao jardim. Aceita bem a poda que só deve ser feita após a floração. Prefere o clima ameno da região Sul do país, onde floresce mais intensamente. Seu crescimento é lento.Terra orgânica e ligeiramente ácida, regada 2 vezes por semana.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta de ramos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/nolina1.jpg" alt="" width="187" height="250" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico</u>: <strong><em>Beaucarnea recurvata</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Pata de elefante, nolina.<br />
<u>Família:</u> Liliaceae<br />
<u>Origem:</u> América do Norte e Central.<br />
<u>Porte:</u> Até 6 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> sem importância ornamental.<br />
<u>Características</u>: Arbusto semi-lenhoso, com tronco que aparenta em sua base, uma semelhança com a pata do elefante, daí seu nome popular. A folhagem constitui em uma espécie de cabeleira pendente muito ornamental. Pode ser cultivada em vasos em sua fase jovem, à pleno sol. No jardim, adquire aspecto muito ornamental e escultórico quando organizada em grupos, em locais amplos. Podendo também ser cultivada de modo isolado com excelente resultado final, como na foto ao lado. Prefere clima quente e úmido mas apresenta tolerância ao clima ameno.<br />
<u>Propagação</u>: Por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/nandina.jpg" alt="" width="251" height="192" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Nandina domestica</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Avenca japonesa, Nandina, Bambú celeste.<br />
<u>Família:</u> Berberidaceae.<br />
<u>Origem:</u> China e Japão.<br />
<u>Porte:</u> Até 2 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Primavera-verão.<u>Características:</u> Arbusto semi-herbáceo, com vários caules finos, retos e entouceirados. Adapta-se bem a pleno sol ou meia sombra e prefere o clima ameno do sul do Brasil. Sua folhagem é responsável pela beleza ornamental da planta, que apresenta algumas folhas delicadamente avermelhadas no inverno. As flores são pequenas e numerosas, na cor branca, na ponta dos ramos e possuem importância secundária em relação à folhagem. Produz pequenos frutos vermelhos no outono, que contribuem para a beleza ornamental da planta. Pode ser cultivada em vasos ou no jardim, isolada ou em grupos. O solo deve ser bem adubado e as regas periódicas (2 ou 3 vezes por semana).<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes, estaquia de galhos ou divisão de touceiras.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/bambu2.jpg" alt="" width="240" height="180" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico</u>: <strong><em>Bambusa gracilis</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Bambuzinho amarelo, Bambú de jardim.<br />
<u>Família:</u> Graminaceae.<br />
<u>Origem:</u> Ásia.<br />
<u>Porte:</u> Até 3 metros de altura.<br />
<u>Características</u>: Arbusto lenhoso, rizomatoso, entouceirado e de folhagem muito ornamental. Aceita poda de formato e deve ser cultivado a pleno sol ou meia sombra, isolado, em grupos ou renques. Prefere o clima do sudeste e sul do Brasil.<br />
<u>Propagação</u>: Por divisão de touceiras.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/lantana_camara.jpg" alt="" width="287" height="208" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Lantana camara</em></strong><br />
<u>Nome popular</u>: Cambará de cheiro<br />
<u>Família:</u> Verbenaceae<br />
<u>Origem:</u> América Central e Sul (Brasil)<br />
<u>Porte:</u> Até 3 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Quase o ano todo em cores variadas.<br />
<u>Características:</u> Arbusto perene semi-herbáceo, piloso, de pleno sol. Próprio para conjunto ou canteiro.Planta boa para cultivo na região sul do país.<br />
<u>Propagação: </u>Por estacas ou sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ligustro_det.jpg" alt="" width="215" height="166" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Ligustrum sinense</em></strong><br />
<u>Nome popular</u>: Alfeneiro-da-china, ligustro-chinês.<br />
<u>Família:</u> Oleaceae.<br />
<u>Origem:</u> China e Coréia.<br />
<u>Porte:</u> Até 3 ou 4  metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> brancas e muito pequenas na primavera, sem importância ornamental.<br />
<u>Características:</u> Arbusto perene de folhas pequenas lisas ou variegadas distribuídas em diversas variedades diferentes. Utilizado em grupos, renques ou cercas-vivas, podendo ser podado em topiaria (com formato bem definido) ou simplesmente deixado ao natural. A folhagem é delicada muito ornamental  e o arbusto resiste bem a pleno-sol ou meia-sombra, em locais de clima ameno, preferencialmente.<br />
<u>Propagação:</u>    Por sementes ou  estacas de galhos preparadas no fim do inverno.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/azaleia_arborea.jpg" alt="" width="210" height="142" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Rhododendron thomsonii</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Azaléia-arbórea.<br />
<u>Família:</u> Ericaceae<br />
<u>Origem: </u>China<br />
<u>Porte:</u> Até 6 metros.<br />
<u>Flores:</u> outono-inverno<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso de porte arbóreo, normalmente superior ao porte comum de um arbusto. Prefere clima ameno ou frio e pode ser cultivado como espécie isolada ou formando grupos, em locais de maiores espaços como uma chácara, por exemplo. Desenvolve-se à pleno sol e o solo deve ser rico em matéria orgânica e regado periodicamente, cerca de 2 vezes por semana.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia de ponta de galhos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/flor_de_pavao.jpg" alt="" width="272" height="268" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Caesalpinia pulcherrima</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Flamboianzinho, flor-de-pavão, poinciana-anã, barba-de-barata.<br />
<u>Família:</u> Leguminoseae.<br />
<u>Origem: </u>América Central..<br />
<u>Porte:</u> até 4 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> primavera-verão.<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso e espinhento, com folíolos bem pequenos. As flores ocorrem nas pontas dos ramos e são muito vistosas, sendo muito visitadas por borboletas. É muito utilizado como  cerca viva ou maciço, à pleno-sol ou meia-sombra, preferencialmente em regiões de clima quente e úmido. O solo deve ser arenoso ou bem drenado pois não tolera solo encharcado.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ft-giesta.jpg" alt="" width="316" height="250" align="left" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Spatium junceum</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Giesta, vassoura-espanhola.<br />
<u>Família:</u> Faboideae.<br />
<u>Origem: </u>Mediterrâneo e África.<br />
<u>Porte:</u> de 1,50 a 3,00 metros.<br />
<u>Flores:</u> primavera-verão.<br />
<u>Características:</u> Arbusto semi-lenhoso de ramos verdes muito finos. As flores ocorrem nas pontas dos ramos na cor amarela embora exista uma variedade de flores brancas. É bem resistente a pleno-sol ou a meia-sombra e prefere clima frio e não tolera calor. É adequada para cultivo formando renques (alinhamentos) ou em grupos, onde ganha um maior apelo visual.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/ardisia.jpg" alt="" width="317" height="245" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Ardisia crenata</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Ardísia<br />
<u>Família:</u> Myrsinaceae<br />
<u>Origem: </u>Japão<br />
<u>Porte:</u> 1,20 metros.<br />
<u>Flores:</u> sem importância ornamental.<br />
<u>Características:</u> Arbusto semi-lenhoso de ramos com folhagem verde escura muito vistosa. Apresenta frutos esféricos vermelhos dispostos em cachos muitos ornamentais, durante o período do verão ao inverno. Cultivado em vasos ou em conjuntos a pleno sol ou meia-sombra e em solo rico em matéria orgânica e bem drenado. Prefere clima ameno.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/erica_det.jpg" alt="" width="309" height="212" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Leptospermum scoparium</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Érica, falsa-érica.<br />
<u>Família:</u>  Myrtaceae.<br />
<u>Origem: </u> Austrália e Nova Zelândia.<br />
<u>Porte:</u> Até 3 metros.<br />
<u>Flores:</u> Praticamente o ano todo em regiões de clima ameno.<br />
<u>Características:</u> Arbusto lenhoso de pleno-sol que pode florescer em profusão durante vários e longos períodos do ano, principalmente na região sul do país. Suas folhas são pequenas e pontiagudas e espetam ligeiramente. As flores são pequenas e muito duráveis. Existem variedades de flores pink, vermelhas e brancas. A floração mais intensa se dá na primavera-verão. A planta exige poucos tratos culturais, exigindo apenas uma adubação com NPK na proporção 4:14:8 para estimular a floração. O formato fica mais consistente após podas discretas para conduzir a planta e deixar a ramagem mais densa.<br />
<u>Propagação:</u> Por sementes que são produzidas em várias épocas do ano, retiradas após a queda da flor. As sementes são muitíssimo minúsculas e se localizam dentro de uma espécie de cápsula após a flor.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/croton.jpg" alt="" width="319" height="258" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Codiaeum variegatum</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Cróton, folha-imperial, louro-variegado.<br />
<u>Família:</u> Euphorbiaceae<br />
<u>Origem:</u> Ásia &#8211; Índia e Polinésia.<br />
<u>Porte:</u> de 2,00 a 3,00 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Sem importância ornamental.<br />
<u>Características:</u> Arbusto semi-lenhoso, de folhagem muito vistosa em diversos formatos e coloridos diferentes. Existem as variedades de folhas estreitas, largas, recortadas ou retorcidas em tons de vinho, amarelo, verde, creme, etc. A planta aceita meia-sombra mas é sob sol-pleno que sua folhagem tem a cor mais exuberante e forte. São plantas nativas em clima tropical e apresentam pouca resistência ao frio. Podem ser utilizadas em vasos, em conjuntos ou renques no jardim. Não aceitam bem as podas e não gostam de solos encharcados. São resistentes aos ventos fortes.<br />
<u>Propagação:</u> Por estaquia ou alporquia.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/musacea.jpg" alt="" width="191" height="288" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Musa coccinea.</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Bananeira-vermelha.<br />
<u>Família:</u> Musaceae.<br />
<u>Origem:</u>China e Vietnã.<br />
<u>Porte:</u> de 1,50 a 2,00 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> primavera-verão.<br />
<u>Características:</u> Arbusto semi-lenhoso e rizomatoso cultivado preferencialmente  em grupos à pleno-sol ou meia-sombra e em regiões de clima tropical, tipo quente e úmido. O solo deve ser rico em matéria orgânica e o local não deve ventar muito para que a folhagem não fique com má aparência, como folhas muito rasgadas, por exemplo.<br />
<u>Propagação:</u> Por divisão da planta através de mudas laterais que brotam a partir dos rizomas e deixam a planta com aspecto entouceirado.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/caete.jpg" alt="" width="188" height="292" border="0" /></td>
<td width="267"><u>Nome científico:</u> <strong><em>Heliconia rostrata.</em></strong><br />
<u>Nome popular:</u> Helicônia, caeté.<br />
<u>Família:</u> Musaceae.<br />
<u>Origem:</u> América do sul, Peru.<br />
<u>Porte:</u> de 2,00 a 3,00 metros de altura.<br />
<u>Flores:</u> Quase o ano todo.<br />
<u>Características:</u> Arbusto  rizomatoso cultivado como espécie isolada ou  em grupos à pleno-sol ou meia-sombra e em regiões de clima tropical, tipo quente e úmido. O solo deve ser rico em matéria orgânica e o local não deve ventar muito para que a folhagem não fique com má aparência, como folhas muito rasgadas, por exemplo. Não tolera baixas temperaturas.<br />
<u>Propagação:</u> Por divisão de touceiras em qualquer época do ano.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="591"></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="324"> <img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://www.artevegetal.com.br/figuras/plantas/produtos_plantas/pleomele.jpg" alt="" width="314" height="291" border="0" /></td>
<td width="267">
<p style="text-align: center;"><u>Nome popular:</u> <strong><em>Pleomele reflexa &#8216;</em>Variegata&#8217;</strong><br />
<u>Nome popular</u>: Pleomele, dracena-malaia.<br />
<u>Origem:</u> Índia e Madagascar.<br />
<u>Porte:</u> 2 a 3 metros de altura.<br />
<u>Características</u>: Arbusto semi-lenhoso característico de clima quente e úmido tropical. Tolera meia-sombra ou sol-pleno e apresenta uma folhagem ornamental. Cultivado em vasos ou compondo maciços no jardim, o solos deve ser bem fértil e irrigado cerca de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do clima.<br />
<u>Propagação:</u> Por meio de estacas de ponta de ramos.<u><br />
</u></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table id="table23" border="0" width="544" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" colspan="2" valign="top" bgcolor="#008000" width="544" height="1"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table id="table26" style="height: 222px;" border="0" width="491" cellspacing="0" cellpadding="0" bgcolor="#d9dfd7">
<tbody>
<tr>
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